Parasitas de SPS — “red bugs” e “black bugs”

 

Parasitas de SPS — “red bugs” e “black bugs”

Guia de identificação, medidas preventivas e revisão dos protocolos de tratamento




Adaptação: Rodrigo Silva

Neste artigo, iremos examinar algo que a maioria dos aquaristas têm pavor de encontrar: parasitas de corais. As espécies Alteuthellopsis, Parategastes e Tegastes são as mais comuns, e as duas últimas são comumente chamadas de “red bugs” ou “black bugs”.


Prevenção

Vamos começar pelo que interessa: como previnir? Um aquário difere bastante de um recife de corais. A temperatura, os nutrientes e diversos outros fatores podem contribuir para populações ou explosões populacionais de copépodes indesejados. Embora esses fatores possam favorecer infestações, o aquarista dispõem de vários métodos, incluindo quarentena, controle químico ou erradicação, controles biológicos — inclusive a manipulação de parâmetros físicos e químicos — e controle seletivo por predadores naturais.

O velho ditado “é melhor prevenir do que remediar” aplica-se tanto aos procedimentos de quarentena como aos cuidados de manutenção. Entretanto, a eficácia dos procedimentos de pré-tratamento e quarentena atualmente aceitos ainda não foi validada para muitos gêneros de copépodes parasitas.

Um detalhe importante: A introdução de copépodes "reef safe" é fundamental para previnir problemas com parasitas. A Academia do Aquário fornece copépodes da espécie Tisbe e Tigriopus, que não incomodam os corais e servem de alimento para peixes como o Mandarim




Parâmetros que podem afetar as populações de parasitas

Parte de uma estratégia bem-sucedida de controle de parasitas pode envolver a manipulação de parâmetros físicos. Vamos discutir brevemente dois deles — temperatura e movimento da água. São parâmetros fáceis de controlar, embora isso não seja necessariamente barato.

Temperatura

A temperatura é um parâmetro facilmente mensurável em qualquer corpo d’água, e sua importância na regulação das reações biológicas e bioquímicas é bem conhecida. Ainda assim, encontrei pouquíssimas menções à temperatura ao revisar diversos textos sobre parasitas voltados ao aquarismo. Sparks (1985), porém, menciona que temperaturas próximas ao limite inferior de tolerância são importantes para manter parasitas, doenças etc. sob controle.

Nota: Humes e Lee (1985) constataram que as populações do copépode parasita Anthessius aumentaram em amêijoas Pecna em águas próximas a Hong Kong durante a parte final do ano. Quando comparada aos dados ambientais médios da região (temperaturas do ar e da água, precipitação), parece haver uma tendência geral de maior número de “bugs” nos períodos de águas mais quentes. No entanto, esse também é um período de menor precipitação, o que poderia reduzir a entrada de nutrientes. Essa observação está longe de ser conclusiva.

Todo aquarista experiente já observou a "explosão" de vários organismos — geralmente indesejáveis — nos aquários, resultantes de um efeito dominó de mudanças, algumas sem dúvida desencadeadas pela água quente. 

Embora existam muitas evidências subjetivas, ainda é necessário estudar os efeitos da temperatura sobre as populações de parasitas de corais. No entanto, manter a temperatura de um aquário em valores tão baixos quanto 22 °C não causa grandes problemas.

Imagem 17 do artigo traduzido
Figura 147. Amêijoas (Pecna viridis) infestadas por copépodes Anthessius. Compare com os dados meteorológicos da região apresentados a seguir. De Humes e Lee, 1985.
Imagem 18 do artigo traduzido
Figura 148. Dados climáticos mensais de Hong Kong. As temperaturas do ar e da água são valores médios. A precipitação é expressa pelo número de dias do mês em que a chuva excedeu 0,1 mm, 25 mm e 50 mm. Fonte: Hong Kong Observatory (www.weather.gov.hk/cis/normal/1961-1990/enormal07.htm).

Movimento da água

Quem faz mergulho sabe que no mar o movimento da água é muito maior do que o observado na maioria dos aquários. A alta velocidade da água poderia remover os parasitas dos tecidos dos corais, deixando-os disponíveis para serem comidos pelos peixes. 

É especulativo afirmar que pouca movimentação da água favoreça infestações parasitárias; contudo, em geral aceita-se que a fotossíntese das zooxantelas seja proporcional — até certo limite — à velocidade da água quando há energia luminosa suficiente. Se o movimento da água for baixo, a quantidade de nutrientes obtida pelo coral a partir de seus simbiontes do gênero Symbiodinium também poderá ser menor. Nesse caso, as reservas energéticas do coral podem ficar limitadas, fazendo com que uma infestação por copépodes parasitas tenha impacto maior.

Isolamento do hospedeiro

Durante a preparação deste artigo, o autor do texto original isolou centenas de parasitas Tegastes (ou Parategastes) do coral hospedeiro e examinou no microscópio ao longo de vários dias. Curiosamente, não foi observada nenhuma fêmea com sacos ovígeros. Esses “bugs” permaneceram isolados do hospedeiro por cerca de quatro dias antes de morrer. No entanto, foram observados muitos protozoários na amostra, o que sugere que as condições ambientais (oxigênio dissolvido, pH etc.) não foram a causa da morte dos copépodes.

Por que não havia fêmeas se reproduzindo? Será que esses copépodes parasitas específicos têm vida excepcionalmente longa, tornando desnecessária uma reprodução rápida?

Tratamentos contra copépodes parasitas

A primeira pergunta a fazer é: “Devo tratar?”. O melhor cenário seria não haver parasitas, mas pode ser que alguns poucos talvez não causem danos significativos. Além disso, alguns copépodes parasitas parecem ter forte especificidade por determinadas espécies de coral, de modo que o risco de infestarem outras espécies pode ser inexistente ou mínimo. Entretanto, infestações que provoquem perda de coloração, redução da expansão dos pólipos ou mal-estar geral do coral devem ser levadas a sério e tratadas com um protocolo metódico.

Os copépodes são suscetíveis a diversas substâncias químicas, e uma revisão de literatura mais antiga (Kabata, 1970; Dulin, 1976) sugere o uso de inseticidas como DDT (!), lindano (!) e Dylox. Felizmente, não precisamos recorrer a métodos tão drásticos e perigosos para controlar parasitas de corais.

O sucesso do tratamento de infestações por copépodes depende de muitos fatores. Sabemos muito pouco sobre a resistência dos animais ao procedimento de tratamento, embora haja poucos indícios de que um gênero de copépode seja mais resistente que outro a determinado “medicamento”. Se considerarmos que todos os “bugs” são igualmente suscetíveis, outros dois fatores entram em jogo: dose e duração do tratamento. Esses parâmetros estão sendo refinados, como mostram as informações a seguir.

Tratamentos em quarentena para “red bugs” e “black bugs”

Há vários produtos disponíveis aos aquaristas para controlar esses “bugs”. Com exceção do ReVive (obtido como amostra do fabricante), as soluções foram adquiridas em canais normais de varejo. Todos foram testados segundo os protocolos descritos a seguir.

Protocolo de teste

Como não tenho acesso a todos os parasitas de corais, decidi realizar alguns bioensaios usando organismos semelhantes. Não devemos nos preocupar apenas com o organismo-alvo: também é preciso examinar os efeitos do medicamento sobre uma variedade de organismos. Foram incluídas observações feitas por um grupo selecionado de aquaristas. Esses comentários não devem ser considerados abrangentes; são resultados obtidos com uma espécie específica de “bug”, sob as condições de teste descritas.

Protocolo: caracóis, planárias e copépodes foram coletados em um lago de água doce e divididos em um grupo de estudo e um grupo-controle. Os grupos foram colocados em bandejas de aço inoxidável contendo um litro de água do lago. O medicamento foi adicionado conforme as recomendações do fabricante. As observações foram contínuas durante o tempo de tratamento recomendado, após o qual foi realizada pelo menos uma troca de água. Uma observação final foi feita após 24 horas. Os ensaios foram realizados duas vezes, com cerca de uma semana de intervalo.

ReVive Coral Cleaner

  • Fabricante: Two Little Fishies.
  • Contém: Oleum abietis, 5.000 mg/L; Citrus limon, 5.000 mg/L (ou 0,5% de cada).
  • pH: 5,27 a 24,2 °C. Não afeta adversamente o pH da água quando se seguem as recomendações de dosagem do fabricante.
  • 1 tampa: 8 mL.
  • Data de validade indicada no rótulo: não.
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Figura 149. ReVive, produto “limpador de corais” da Two Little Fishies.

Este produto é eficaz contra crustáceos, incluindo copépodes. Não se destina ao tratamento de aquários inteiros.

O rótulo lista dois principais ingredientes ativos: Oleum abietis (óleo de pinheiro ou abeto) e Citrus limon (extrato da casca de limão). O óleo de pinho é frequentemente usado por pessoas como descongestionante e tem propriedades antissépticas. Extratos de casca de limão obtidos por prensagem a frio têm diversos usos comerciais e industriais.

A embalagem que obtive não tinha data de validade. Se armazenado corretamente, no escuro e sob refrigeração, provavelmente tem vida útil de um a dois anos. Quando Citrus limon se degrada, desenvolve um odor semelhante ao da terebintina, que pode servir como indicador das condições do produto.

Considerei o produto um limpador de corais eficaz. Um exemplar de Montipora foi imerso em uma solução de ReVive durante 16 minutos, embora copépodes e outros crustáceos tenham abandonado o coral poucos minutos após o início do tratamento. O coral apresentou alguma liberação de muco — aproximadamente a mesma observada quando a maioria dos corais é manuseada — e foi imerso em água do aquário sem ReVive antes de ser devolvido ao aquário. A solução de ReVive e os detritos foram passados por uma malha de 190 micrômetros, e o material coletado foi examinado ao microscópio. Foram observados vários anfípodes e copépodes, além de alguns animais não identificados. Veja a Figura 150. A taxa de mortalidade dos copépodes foi de 100%.

O exemplar de Montipora foi escolhido para o tratamento porque havia perdido inexplicavelmente a maior parte de sua coloração laranja vibrante, e baterias de testes não haviam revelado fatores ambientais — sobretudo químicos — que explicassem o fenômeno. Após cerca de três semanas, notei que partes do exemplar estavam recuperando sua fluorescência laranja. Não posso garantir que o banho de limpeza tenha sido responsável pelo retorno da cor, mas não consigo oferecer outra explicação.

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Figura 150. Copépode “expulso” de um exemplar de Montipora pelo produto ReVive. Observe os pontos marrons dentro do crustáceo: seriam zooxantelas ou apenas coloração natural? Fotomicrografia do autor.

Resultados do tratamento com ReVive (usando animais de água doce, conforme o protocolo acima)

  • Crustáceos não identificados: taxa de mortalidade de 94% após banho de 15 minutos.
  • Caracóis: inicialmente ficaram atordoados pelo tratamento, mas aparentemente haviam se recuperado por completo quando observados após 24 horas.

MelaFix Marine

  • Fabricante: Aquarium Pharmaceuticals.
  • Contém: óleo da árvore Meleluca, 12.500 mg/L (ou 1,25%).
  • pH: 4,16 a 22,1 °C. Não afeta adversamente o pH da água quando se seguem as recomendações de dosagem do fabricante.
  • 1 tampa: 11,3 mL.
  • Data de validade indicada no rótulo: sim. Comprado em outubro de 2009; validade até julho de 2012.
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Figura 151. Melafix, um “remédio para corais” da API.

O aquarista Steve Ruddy compartilhou gentilmente suas experiências com “black bugs” (veja as Figuras 5, 6 e 7) e MelaFix. Ele observou que os “black bugs” abandonaram o coral hospedeiro (uma espécie de Montipora — veja a Figura 4) cerca de 20 minutos após o início do tratamento. Nota: o tempo de tratamento de 20 minutos usado por Ruddy ultrapassa o limite máximo de 5 minutos recomendado pelo fabricante. Os copépodes se depositaram no fundo do recipiente e nadaram em círculos; todo movimento cessou 30 minutos após o início do tratamento. No entanto, os parasitas não morreram durante o processo e ainda estavam vivos cerca de 24 horas depois do início do tratamento.

Convém observar que o óleo de Meleluca é considerado carcinogênico pelo estado da Califórnia, e os frascos de MelaFix Marine trazem essa indicação.

Resultados do tratamento com MelaFix (usando animais de água doce, conforme o protocolo acima)

  • Crustáceos não identificados: taxa de mortalidade de 97,5% após banho de 15 minutos.*
  • Caracóis: inicialmente ficaram atordoados pelo tratamento, mas aparentemente haviam se recuperado por completo quando observados após 24 horas.

*Observação interessante: ao comparar as taxas de mortalidade de diferentes copépodes, fica evidente que esse produto é muito eficaz contra alguns “bugs”, mas não tanto contra outros. Talvez essa distinção não seja decisiva, pois Ruddy constatou que o produto funcionou muito bem para fazer os “bugs” saírem de um coral Montipora durante um “banho” de quarentena, mesmo sem matá-los.

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Figura 152. Após o tratamento com Melafix, estes copépodes não identificados (“black bugs”) abandonaram um exemplar de Montipora debilitado. Foto cedida por Steve Ruddy.

Pro-Coral Cure

  • Fabricante: Tropic Marin.
  • Contém: iodo, cerca de 5.600 mg/L (ou 0,56%).
  • pH: 6,49 a 22,0 °C. Não afeta adversamente o pH da água quando se seguem as recomendações de dosagem do fabricante.
  • Data de validade indicada no rótulo: não.

A embalagem deste produto usa uma pequena bomba de pressão para dispensar a solução de iodo. Verifiquei que ela liberava 0,7 mL (embora seja anunciada como dispensando 1 mL). Menciono isso porque achei a bomba pouco prática e sujeita a derramamentos; por isso, preferi

medir a solução com uma pera de sucção e uma pipeta. Para quem administra o produto manualmente, uma dose menor que a recomendada parece funcionar bem (veja os resultados abaixo).

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Figura 153. Pro-Coral Cure, produto à base de iodo da Tropic Marin.

Resultados do tratamento com Pro-Coral Cure (usando animais de água doce, conforme o protocolo acima)

  • Crustáceos não identificados: taxa de mortalidade de 94% após banho de 15 minutos.
  • Caracóis: inicialmente ficaram atordoados pelo tratamento, mas aparentemente haviam se recuperado por completo quando observados após 24 horas.
  • Este produto também foi testado como agente de controle de platelmintos. Trataremos disso em um artigo futuro.

Prazo de validade dos “banhos para corais”

  • A dosagem baseia-se no teor do agente reativo. A maioria dos produtos tem prazo de validade limitado, e uma data de validade consta — ou deveria constar — na embalagem. Por exemplo, a Melaleuca se degrada quando exposta à luz, ao calor, à umidade e ao ar, e o produto que a contém (MelaFix, Aquarium Pharmaceuticals) apresenta uma data de validade no frasco. Essa data existe por um motivo: não a ignore. Armazene esses produtos e outros semelhantes em local escuro, fresco e seco, em recipientes com pouco ar no interior (Carson et al., 2006), para evitar mudanças consideráveis na composição química. O único sinal de deterioração de que tenho conhecimento é o possível desenvolvimento de odor de terebintina.

O produto ReVive, da Two Little Fishies, não tem data de validade.

O Pro-Coral Cure da Tropic Marin também não traz data de validade. A degradação do iodo está frequentemente associada à intensidade da luz. Guarde esse produto no escuro.

Álcoois etílico e metílico

Os álcoois etílico e metílico são tóxicos para invertebrados, dependendo, naturalmente, da dose. Em diversos artigos, o especialista em copépodes Arthur Humes menciona o uso de álcool etílico a 95% para preparar uma solução de álcool a 5% em água do mar. Ele deixou vários corais imersos nessa solução por períodos que variaram de várias horas até uma noite inteira e constatou que copépodes endoparasitas abandonavam seus hospedeiros. Testei o procedimento e confirmei a observação, mas ele também matou o coral hospedeiro.

Tratamentos no aquário contra “red bugs” e “black bugs”

Os tratamentos realizados dentro do aquário se enquadram em duas categorias gerais: biológicos e químicos. Pessoalmente, eu preferiria um meio natural de controlar os parasitas de corais; entretanto, há vários problemas associados a essa abordagem. Acredito que isso se deva à falta de sucesso que tive ao longo dos anos ao selecionar peixes, caranguejos, nudibrânquios e outros animais para eliminar algum tipo de praga.

Os controles biológicos estão sujeitos às escolhas e ao comportamento individual dos predadores de parasitas. Aquaristas experientes sabem que indivíduos de uma mesma espécie de peixe podem ter personalidades e comportamentos próprios. Por exemplo, alguns peixes- borboleta Copperband destroem colônias de Aiptasia, enquanto outros podem demonstrar pouco ou nenhum interesse em comer essas anêmonas. Outros peixes podem ter exigências alimentares específicas, e eliminar parasitas por predação pode levar à morte do peixe predador por inanição. Como vimos, muitos parasitas de corais residem no interior dos tecidos; removê- los biologicamente com sucesso poderia exigir uma perda substancial de tecido do coral — um caso em que a cura do parasitismo seria obtida à custa da perda do hospedeiro. Ainda assim, minhas experiências não serão necessariamente iguais às suas. Desejo boa sorte nessa tentativa.

Tratamentos químicos

Oxima de milbemicina (Interceptor™)

  • Fabricante: Novartis AG.
  • Protocolo de tratamento desenvolvido por: Dustin Dorton.
  • Observações: armazenar a oxima de milbemicina à temperatura ambiente.

Interceptor é um medicamento comercializado para tratar sarna canina, vermes oculares, lombrigas, ancilostomídeos, tricuros e dirofilárias em cães; verificou-se que é eficaz contra pelo menos alguns táxons de copépodes parasitas.

Segundo Dorton, um comprimido de Interceptor™ (destinado a cães de grande porte, com peso de 51 a 100 libras) pesa um grama e contém 23 mg de oxima de milbemicina. Um comprimido é triturado até virar pó; 25 mg desse material são adicionados a um pequeno recipiente com água do aquário e misturados (pode ser necessário mexer bastante). Essa água, contendo 25 mg do comprimido, é suficiente para tratar 10 galões de volume real de água do aquário. Em outras palavras, segundo Dorton, um comprimido contendo 23 mg de oxima de milbemicina trata 380

galões (400 galões, segundo meu cálculo). Uma escola ou universidade, laboratório ou estação de tratamento de água ou esgoto de maior porte da região pode dispor de uma balança analítica e talvez realizar a pesagem para você.*

  • Retire do aquário todos os camarões e caranguejos. Remova a filtragem mecânica e o carvão ativado. Desligue os esterilizadores UV e os skimmers de proteínas (mas a água deve continuar circulando por esses equipamentos para que o volume de água contido neles também receba o medicamento).
  • Adicione ao aquário uma quantidade suficiente do medicamento. Deixe o tratamento agir por seis horas e faça uma troca de água de 25%. Retome o uso do carvão, do skimmer etc.
  • Repita o procedimento sete dias depois e novamente após 14 dias.

* A dosagem aparentemente não é tão crítica quanto Dorton sugeriu, pois o tempo demonstrou que concentrações mais altas — cinco vezes ou mais a dose recomendada por Dorton — causam pouco ou nenhum dano aos corais.

Oxima de milbemicina e lufenuron (Sentinel™)

  • Fabricante: Novartis AG.
  • Além da milbemicina, este produto também contém lufenuron para controle de pulgas.

Lufenuron (Program™)

  • Fabricante: Novartis AG.
  • Não é recomendado para uso no tratamento de corais.

Ivermectina (Stromectol™, Ivomec™, HeartGard™, Iverhart Plus™, Tri- Heart Plus™ e Acarexx™)

A ivermectina é usada contra piolhos, ácaros e ácaros de ouvido; também é um anti-helmíntico (eficaz contra lombrigas, vermes do coração e vermes pulmonares) em bovinos e suínos. Também é prescrita para seres humanos no tratamento da filariose de Bancroft e da sarna.

Wright (2009) sugere o seguinte protocolo: dissolver Ivomec (solução a 1%) em propilenoglicol (um álcool). Dosar a 0,75 mg/L por galão (volume real). O artigo de Wright usou 34 mg em 45 galões.

  • Desligue o skimmer de proteínas, o esterilizador UV e os filtros canister; disperse a solução de Ivomec em um fluxo forte de água dentro do aquário. Após 12 horas, filtre a água com carvão ativado novo e retome o uso do skimmer e da esterilização UV. Repita esse tratamento a cada duas semanas, totalizando três aplicações.

O autor (Wright) alerta que esse tratamento pode prejudicar artrópodes, moluscos, crustáceos, outros invertebrados (suponho que ele não esteja se referindo a corais além do exemplar de Acropora mencionado no artigo) e peixes-anjo.

MelaFix Marine

  • Fabricante: Aquarium Pharmaceuticals.
  • Consulte os detalhes acima. A API recomenda esse produto para tratamento do aquário inteiro, mas essas alegações não foram avaliadas por este autor.

Identificação

A seguir, uma lista de espécies parasitas e sua identificação:


Ordem: Harpacticoida Família: Peltidiidae Gênero: Alteuthellopsis

Família: Tegastidae Gêneros: Parategastes, Tegastes

Imagem 1 do artigo traduzido
Ilustração do artigo original

Como regra geral, os “bugs” da ordem Harpacticoida são menores que os copépodes da família Xarifiidae, atingindo no máximo cerca de 0,5 mm de comprimento. Em geral, são considerados endoparasitas e acredita-se que vivam principalmente na cavidade gastrovascular dos pólipos de coral.

Ordem Harpacticoida · Família Peltidiidae · Gênero Alteuthellopsis

Alteuthellopsis corallina

  • Hospedeiros: Acropora exigua, Astreopora sp., Goniastrea retiformis, Merulina ampliata, Montipora verilli, Platygyra daedala, Platygyra sp. e Pocillopora damicornis.
  • Tamanho máximo registrado (fêmea): 0,63 mm.
  • Tamanho máximo registrado (macho): 0,57 mm.
  • Coloração: cinza ligeiramente opaco, olho vermelho, sacos ovígeros cinza-acastanhados escuros.
  • Localidade: atol de Eniwetok, Ilhas Marshall; Ilha Lizard, Grande Barreira de Corais (GBR).
  • Referência: Humes, 1981.
Imagem 2 do artigo traduzido
Figura 132. Alteuthellopsis corallina, vista lateral.
Imagem 3 do artigo traduzido
Figura 133. Alteuthellopsis corallina, vista dorsal.

Ordem Harpacticoida · Família Tegastidae · Gêneros Parategastes e Tegastes

Nomes comuns: red bugs, black bugs.

Os “red bugs” são o pesadelo de quem mantém Acropora, e é crença popular entre aquaristas que eles sejam os únicos parasitas de corais SPS. O “terrível” Tegastes acroporanus foi formalmente descrito a partir de apenas uma espécie de Acropora.

Os copépodes da família Tegastidae (Crustacea, Copepoda, Harpacticoida) caracterizam-se por um corpo comprimido lateralmente, semelhante ao dos anfípodes, uma região genital masculina modificada e náuplios que possuem uma mandíbula em forma de garra (Lang, 1948; Ivanenko et al., 2008). Cerca de 60 espécies pertencentes a seis gêneros foram descritas, embora as espécies listadas como parasitas de corais sejam poucas em relação ao número de espécies de Xarifiidae conhecidas por infestar corais. Como regra prática, os copépodes Tegastidae são muito menores que os copépodes Xarifiidae.

Imagem 4 do artigo traduzido
Figura 134. Tegastes cnidicus. Embora não seja conhecido como parasita de corais (essa espécie prefere hidrozoários), seu formato é representativo do grupo. Vista lateral.
Imagem 5 do artigo traduzido
Figura 135. Tegastes cnidicus. Vista dorsal.

Com exceção da espécie de águas profundas Smacigastes micheli (Ivanenko & Defaye, 2004), todas as espécies de Tegastidae foram encontradas em habitats rasos, associadas a algas, briozoários e/ou cnidários. Nem todas são parasitas de animais. Por exemplo, Tegastes nanus é encontrado associado à alga vermelha Ceramium e às algas pardas dos gêneros Fucus e Laminaria. Tegastes falcatus alimenta-se de ciliados suctórios encontrados no briozoário Flustra foliacea, enquanto T. longimanus ocorre em costões rochosos abrigados e lagos salgados. T. acroporanus é um parasita conhecido de pelo menos um coral: a espécie pacífica Acropora florida.

Imagem 6 do artigo traduzido
Figura 136. “Red bugs” em um exemplar de Acropora parecem vermelhos quando refletem a luz. Foto do autor.
Imagem 7 do artigo traduzido
Figura 137. Observe a coloração vermelha concentrada no ramo caudal e a mancha ocular refletiva. Seriam estes Tegastes paulipes? Foto cedida por Greg Ho e www.ximinasphotography.com.
Imagem 8 do artigo traduzido
Figura 138. O mesmo coral da Figura 137. Observe os “bugs” dentro dos coralitos de Acropora. Esses parasitas estariam tentando entrar nas cavidades gastrovasculares do coral ou estariam sendo comidos? Foto cedida por Greg Ho e www.ximinasphotography.com.
Imagem 9 do artigo traduzido
Figura 139. Um “red bug” com coloração castanho-avermelhada sob luz transmitida. Compare com as fotos abaixo. Foto do autor.
Imagem 10 do artigo traduzido
Figura 140. O mesmo exemplar de Tegastes mostrado na Figura 139 contém uma proteína fluorescente e parece verde quando recebe a luz de excitação apropriada. Esse “bug” incorporou proteínas fluorescentes obtidas do coral hospedeiro? Fotomicrografia do autor.
Imagem 11 do artigo traduzido
Figura 141. Nem todos os “bugs” são vermelhos, como mostra este copépode tegastídeo “preto”. O exemplar não identificado foi encontrado em um coral Montipora. Microfotografia do autor.
Imagem 12 do artigo traduzido
Figura 142. Embora seja uma espécie de águas profundas, Smacigastes micheli demonstra a beleza (ou o aspecto assustador, dependendo do ponto de vista) dos copépodes parasitas. De Ivanenko & Defaye, 2004.

Tegastes acroporanus

  • Hospedeiro: Acropora florida.
  • Tamanho máximo registrado (fêmea): ?
  • Tamanho máximo registrado (macho): ?
  • Coloração: vermelha, segundo relatos de aquaristas.
  • Localidade: atol de Eniwetok, Ilhas Marshall.
  • Referência: Humes, 1981.

Tegastes gemmeus

  • Hospedeiros: Cyphastrea celina e Pocillopora capitata (listada como P. verrucosa).
  • Tamanho máximo registrado (fêmea): 0,43 mm.
  • Tamanho máximo registrado (macho): 0,41 mm.
  • Coloração: cinza, com olho vermelho.
  • Localidade: Oahu, Havaí.
  • Referência: Humes, 1984.
Imagem 13 do artigo traduzido
Figura 143. Tegastes gemmeus, copépode conhecido por infestar corais havaianos. Esta é uma vista dorsal típica de Tegastes e Parategastes.

Tegastes georgei

  • Hospedeiros: Stylophora sp. e Pocillopora sp.
  • Tamanho máximo registrado (fêmea): ?
  • Tamanho máximo registrado (macho): ?
  • Coloração: ?
  • Localidade: Golfo de Eliat, Mar Vermelho.
  • Referência: Humes, 1984.

Tegastes paulipes

  • Hospedeiro: Pocillopora verrucosa.
  • Tamanho máximo registrado (fêmea): 0,42 mm.
  • Tamanho máximo registrado (macho): 0,42 mm.
  • Coloração: bege-claro a cinza, com áreas âmbar mais escuras, olho vermelho e sacos ovígeros cinza.
  • Localidade: Ilhas Molucas.
  • Referência: Humes, 1984.
Imagem 14 do artigo traduzido
Figura 144. Tegastes paulipes, fêmea, vista lateral.
Imagem 15 do artigo traduzido
Figura 145. Um “red bug” coletado de um exemplar de Acropora mantido em cativeiro. Seria Tegastes paulipes? É interessante, pois T. paulipes não é oficialmente reconhecido como parasita de espécies de Acropora. Foto cedida por Greg Hiller. Mais detalhes: http://www.advancedaquarist.com/issues/june2003/ feature.htm.

Parategastes conexus

  • Hospedeiro: Stereonephthya ulicoides.
  • Tamanho máximo registrado (fêmea): 0,41 mm.
  • Tamanho máximo registrado (macho): 0,43 mm.
  • Coloração: bege acinzentado pálido e opaco, olho vermelho, região genital vermelho-viva e sacos ovígeros cinza.
  • Localidade: Ilhas Molucas.
  • Referência: Humes, 1984.
Imagem 16 do artigo traduzido
Figura 146. Parategastes conexus, parasita conhecido apenas no coral mole Stereonephthya.

Ordem Siphonostomatoida · Família Asterocheridae · Gêneros Acontiophorus e Stockmyzon

Há poucas informações sobre esses copépodes em comparação com alguns outros gêneros. Esses “bugs” parecem estar restritos ao Atlântico e ao Mediterrâneo, não havendo relatos no Pacífico.

Acontiophorus scutatus

  • Hospedeiro: Asterocheres astroidicola.
  • Referência: Humes e Ho, 1968a.

Stockmyzon mucronipes

  • Hospedeiro: Astroides calycularis.
  • Tamanho máximo registrado (fêmea): 1,42 mm.
  • Tamanho máximo registrado (macho): 1,08 mm.
  • Coloração: translúcido, olho vermelho e sacos ovígeros cinza.
  • Localidade: Madagascar.
  • Referência: Humes e Ho, 1968a.

Conclusões

Nem todos os copépodes associados aos corais escleractínios são prejudiciais. Contudo, nossa falta de conhecimento nos leva a supor que corais cobertos por copépodes estejam em perigo.

Existem centenas, talvez milhares, de parasitas de corais. Parece haver parasitas especialistas que vivem dentro ou sobre espécies específicas de corais, enquanto outros são generalistas e podem infestar e alimentar-se de diversas espécies. Embora existam indícios, entre aquaristas, de que os “bugs” possam adotar uma nova espécie de coral como hospedeira se o hospedeiro original morrer, serão necessários anos de pesquisa para estabelecer como esses parasitas se comportam em ambientes artificiais.

Não é incomum que aquaristas mantenham juntos corais do Atlântico (chicotes-do-mar, leques- do-mar, Manicina etc.) e espécies de corais do Pacífico. Não sabemos como os parasitas de diferentes localidades interagem com hospedeiros potenciais de outras regiões.

Copépodes parasitas podem introduzir patógenos bacterianos.

Muitos parasitas são internos e não são facilmente percebidos; endoparasitas que vivem nas cavidades gastrovasculares permanecem ocultos. Stock (1988) discute a facilidade com que endoparasitas do Pacífico podem ser removidos dos tecidos de seus corais hospedeiros. Parasitas internos de corais do Atlântico/Caribe são mais difíceis de remover que os encontrados em seus equivalentes do Pacífico. De fato, esse pesquisador afirma que parasitas da família Corallovexia (e talvez Corallonoxia) só se tornaram visíveis depois que os tecidos do hospedeiro foram dissolvidos quimicamente. Isso significa que os protocolos atuais de tratamento são incapazes de eliminar os copépodes parasitas dos tecidos do hospedeiro? Sem documentação adicional, a pergunta permanece sem resposta.

Alguns copépodes parasitas consomem tecidos do coral, incluindo zooxantelas simbióticas, que são então incorporadas ao corpo do parasita. Presumivelmente, o parasita estabelece uma relação simbiótica com Symbiodinium sp. Assim, alguns parasitas não apenas consomem os tecidos dos corais, como também privam os corais dos benefícios de seus simbiontes algais. Grandes quantidades de parasitas externos também podem sombrear as zooxantelas e causar perda da reciclagem benéfica de nutrientes.

O número de “bugs” em um coral é apenas parte da equação. É importante considerar o grau de trauma causado pelo parasita, comparando a quantidade de dano com a quantidade de tecido. Dividir os corais simplesmente em categorias de “pólipos grandes” e “pólipos pequenos” pode ser insuficiente para estimar o impacto potencial dos parasitas. No caso dos corais SPS, o aquarista deve considerar a porosidade do esqueleto. Esqueletos perfurados são porosos; os não perfurados não possuem esses canais, que frequentemente contêm tecidos vivos e moles do coral. Por exemplo, corais dos gêneros Montipora e Porites geralmente são muito porosos, e danos superficiais aos tecidos têm menor probabilidade de se transformar em um problema de saúde. Por outro lado, alguns corais — como Pocillopora meandrina — têm esqueletos duros como rocha e não porosos; danos à camada muito fina de tecido mole que recobre o esqueleto podem ter impacto bem maior do que a mesma quantidade de dano em um coral poroso. Em geral, as espécies de Acropora são descritas como tendo esqueletos não perfurados. No entanto, aquaristas com muita experiência na fragmentação de Acropora observaram canais de tecido vivo dentro do esqueleto. Portanto, as Acropora não se encaixam em uma classificação simples e devem ser avaliadas caso a caso. Isso pode explicar por que os “bugs” não costumam ser um problema tão grande nos corais moles.

Tratamentos químicos específicos podem não ser uma solução universal para parasitas de corais. Há evidências de que um tratamento prescrito elimina alguns “bugs”, mas apenas irrita outros.

Existem muitas fotografias de ectoparasitas dos gêneros Tegastes, Parategastes e outros. Apesar do grande número de copépodes Xarifiidae parasitas, aquaristas não forneceram fotografias desses “bugs”. Isso sugere que os endoparasitas — embora maiores e representados por mais espécies — não sejam abundantes nas espécies de corais importantes para o aquarismo, ou simplesmente tenham passado despercebidos por serem ocultos e/ou difíceis de remover. Recomenda-se manter os métodos atuais de pré-tratamento, embora não saibamos se são eficazes contra copépodes endoparasitas.

Há controles biológicos disponíveis para alguns copépodes, mas às vezes os resultados são incertos.

Na ausência do hospedeiro, alguns copépodes (especificamente o “bug” Tegastes(?) mostrado na Figura 7) sobrevivem por apenas alguns dias — cerca de 48 horas, com base em observações limitadas.

Aquaristas que utilizam medicamentos diretamente no aquário devem esperar perdas de organismos. Isso pode decorrer da sensibilidade dos organismos à toxicidade da substância química ou talvez de efeitos secundários. Até onde sei, ninguém investigou a resposta das bactérias nitrificantes aos medicamentos mencionados neste artigo. As populações de bactérias nitrificantes geralmente são mais facilmente perturbadas do que as bactérias que utilizam compostos de carbono.

Este artigo é apenas uma pequena ferramenta para ajudar aquaristas experientes a responder a muitas perguntas. Recomenda-se fotografar e documentar os organismos observados durante surtos parasitários e comparar observações sobre os fatores ambientais que possam favorecer explosões populacionais dos parasitas.

Por enquanto, a prevenção de infestações no aquário depende de dois procedimentos simples: tratar para remover os parasitas existentes e, em seguida, manter o coral em quarentena para evitar a introdução de massas de ovos ou adultos que tenham sobrevivido. Depois que os corais entram no aquário de exposição, o tratamento e o controle das infestações tornam-se muito mais complexos. Os medicamentos são apenas um paliativo para os fatores ambientais que favorecem explosões populacionais, e não está claro se os protocolos de tratamento atuais são eficazes contra todos os gêneros parasitas. Pesquisas sobre controles biológicos são incentivadas, mas os aquaristas devem aceitar que não há garantia de erradicação dos parasitas nem de sobrevivência do predador a longo prazo.

Na próxima edição, examinaremos copépodes parasitas encontrados em corais moles, gorgônias e amêijoas do gênero Tridacna.


Tabela: Copépodes parasitas listados por coral hospedeiro

O tamanho indicado para os copépodes é uma média. Consulte a Tabela 3 para a listagem por parasita.

Coral hospedeiroCopépode parasitaTamanho / coloraçãoReferência
Acrhelia horrescensXarifia plectrata1mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Acrhelia horrescensAnchimolgus abbreviatusHumes, 1991
Acrhelia horrescensAnchimolgus tenuipesHumes, 1991
Acropora abrotanoidesXarifia anomala1.25mmHumes, 1985
Acropora abrotanoidesXarifia breviramea1.74mmHumes, 1985
Acropora abrotanoidesXarifia sabiuraensis1.6mmHumes, 1985
Acropora abrotanoidesXarifia trituberata1.6mmHumes, 1985
Acropora convexaXarifia anomala1.25mmHumes, 1985
Acropora convexaXarifia sabiuraensis1.6mmHumes, 1985
Acropora convexaScyphuliger longicaudusKim, 2003
Acropora ‘corymbosa’ groupXarifia anomala1.25mmHumes, 1985
Acropora ‘corymbosa’ groupXarifia breviramea1.74mmHumes, 1985
Acropora ‘corymbosa’ groupXarifia gerlachi~2mmHumes, 1985
Acropora ‘corymbosa’ groupXarifia infrequens1.5mmHumes, 1985
Acropora ‘corymbosa’Xarifia linearis1.4mmNair, 1983
Acropora ‘corymbosa’ groupXarifia trituberata1.6mmHumes, 1985
Acropora ‘corymbosa’ groupXarifia tumorisa1.3mmHumes, 1985
Acropora ‘corymbosa’ groupXarifia ablusa1mmHumes, 1985
Acropora corymbosaScyphuliger pilosusKim, 2003
Acropora corymbosaScyphuliger pennatusKim, 2003
Acropora cymbicyanthusScyphuliger tenuatisHumes, 1990
Acropora cytheriaXarifia gerlachi~2mmHumes, 1985
Acropora cytheriaXarifia infrequens1.5mmHumes, 1985
Acropora cytheriaXarifia tenuis1.4mmHumes, 1985
Acropora digitifera (?)Xarifia ablusa1mmHumes, 1985
Acropora digitifera (?)Xarifia anomala1.25mmHumes, 1985
Acropora digitifera (?)Xarifia breviramea1.74mmHumes, 1985
Acropora digitifera (?)Xarifia gerlachi~2mmHumes, 1985
Acropora digitifera (?)Xarifia infrequens1.5mmHumes, 1985
Acropora digitifera (?)Xarifia linearis1.4mmNair, 1983
Acropora digitifera (?)Xarifia trituberata1.6mmHumes, 1985
Acropora digitifera (?)Xarifia tumorisa1.3mmHumes, 1985
Acropora elseyiXarifia ablusa1mmHumes, 1985
Acropora elseyiXarifia fastigata1.5mmHumes, 1985
Acropora elseyiXarifia tumorisa1.3mmHumes, 1985
Acropora exiguaAlteuthellopsis corallinaHumes, 1981b
Acropora exiguaXarifia breviramea 1.74mm
Humes, 1985
Acropora exiguaEcphysarion lobophorumHumes and Ho,1968
Acropora exilisScyphuliger latusKim, 2003
Acropora exilisScyphuliger aristoidesHumes, 1993
Acropora exilisScyphuliger paucisurculusKim, 2003
Acropora floridaEcphysarion lobophorumHumes & Stock,1973
Acropora floridaTegastes acroporanusHumes, 1981
Acropora floridaXarifia anomala 1.25mmHumes, 1985
Acropora floridaXarifia breviramea 1.74mmHumes, 1985
Acropora floridaXarifia gerlachi ~2mmHumes, 1985
Acropora floridaXarifia pectinea 1mm; cinza,com olho vermelho Humes,1985
Acropora floridaXarifia sabiuraensis 1.6mmHumes, 1985
Acropora floridaXarifia trituberata 1.6mmHumes, 1985
Acropora floridaXarifia tumorisa 1.3mmHumes, 1985
Acropora formosaXarifia basilica >3mm;cinza-acastanhado opaco, olho vermelho Humes,1985
Acropora formosaXarifia bullifera 1.35mm;cinza opaco, olho vermelho Humes,1985
Acropora formosaXarifia infrequens 1.5mmHumes, 1985
Acropora formosaXarifia tumorisa 1.3mmHumes, 1985
Acropora gemmiferaXarifia speciesHumes, 1985
Acropora gravidaXarifia anomalaHumes, 1994
Acropora gravidaXarifia brevirameaHumes, 1994
Acropora gravidaXarifia gerlachiHumes, 1994
Acropora gravidaXarifia pectineaHumes, 1994
Acropora gravidaXarifia sabiuraensisHumes, 1994
Acropora gravidaXarifia trituberataHumes, 1994
Acropora gravidaXarifia tumorisaHumes, 1994
Acropora hebesXarifia indica1.5mmNair, 1983
Acropora hebesXarifia laccadivensis1.6mmNair, 1983
Acropora hebesXarifia robusta1.7mmNair, 1983
Acropora humilisXarifia ablusa1mmHumes, 1985
Acropora humilisXarifia anomala1.25mmHumes, 1985
Acropora humilisXarifia breviramea1.74mmHumes, 1985
Acropora humilisXarifia gerlachi~2mmHumes, 1985
Acropora humilisXarifia infrequens1.5mmHumes, 1985
Acropora humilisXarifia linearis1.4mmNair, 1983
Acropora humilisXarifia longicauda1.4mmNair, 1983
Acropora humilisXarifia pectinea1mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Acropora humilisXarifia trituberata1.6mmHumes, 1985
Acropora humilisXarifia tumorisa1.3mmHumes, 1985
Acropora hyacinthusXarifia anomala1.25mmHumes, 1985
Acropora hyacinthusXarifia basilica>3mm; cinza-acastanhado opaco, olhovermelho Humes, 1985
Acropora hyacinthusXarifia breviramea1.74mmHumes, 1985
Acropora hyacinthusXarifia gerlachi~2mmHumes, 1985
Acropora hyacinthusXarifia infrequens1.5mmHumes, 1985
Acropora hyacinthusXarifia pectinea1mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Acropora hyacinthusXarifia sabiuraensis1.6mmHumes, 1985
Acropora hyacinthusXarifia trituberata1.6mmHumes, 1985
Acropora hyacinthusXarifia tumorisa1.3mmHumes, 1985
Acropora hyacinthusScyphuliger concavipesHumes, 1991
Acropora hyacinthusScyphuliger manifestusHumes, 1991
Acropora hyacinthusScyphuliger eumorphusHumes, 1993
Acropora intermedaXarifia anomala1.25mm
Humes, 1985
Acropora intermedaXarifia breviramea1.74mmHumes, 1985
Acropora intermediaXarifia pectinea1mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Acropora intermediaXarifia sabiuraensis1.6mmHumes, 1985
Acropora intermediaXarifia trituberata1.6mmHumes, 1985
Acropora intermediaXarifia tumorisa1.3mmHumes, 1985
Acropora intermediaScyphuliger karangmiensisKim, 2007
Acropora milleporaXarifia breviramea1.74mmHumes, 1985
Acropora paliferaXarifia anomala1.25mmHumes, 1985
Acropora paliferaXarifia exuta2.5mmHumes, 1985
Acropora paliferaXarifia guttulifera2.4mmHumes, 1985
Acropora paliferaXarifia mucronata2.4mmHumes, 1985
Acropora paliferaSchedomolgus exciliculusHumes, 1993
Acropora paliferaEcphysarion spinulatumHumes, 1993
Acropora paliferaUnicispina latigentalisHumes, 1993
Acropora palmataCorallovexia similisStock, 1975
Herriot & Immerman,
Acropora palmataCorallovexia sp.
1979
Acropora patulaLipochrus acroporinus
Acropora patulaXarifia pectineaHumes, 1985
Acropora patulaXarifia sabiuraensis1mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Acropora patulaXarifia trituberata1.6mmHumes, 1985
Acropora patulaXarifia tumorisa1.6mmHumes, 1985
Acropora patulaSchedomolgus idanus1.3mmHumes, 1985
Acropora pectinataXarifia sp.Misaki, 1978
Acropora pectinataXarifia sp.Misaki, 1978
Acropora rambleriLipochrus speciesHumes, 1993
Acropora rambleriXarifia ablusaHumes, 1985
Acropora rambleriXarifia breviramea1mmHumes, 1985
Acropora rambleriXarifia pectinea1.74mmHumes, 1985
Acropora rambleriXarifia sabiuraensis1mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Acropora rambleriXarifia trituberata1.6mmHumes, 1985
Acropora rosariaLipochrus acroporinus1.6mmHumes, 1985
Acropora rosariaXarifia ablusaHumes, 1985
Acropora rosariaXarifia fastigata1mmHumes, 1985
Acropora rosariaXarifia rosariae1.5mmHumes, 1985
Acropora rosariaEcphysarion ampullulum1.7mmHumes, 1985
Acropora rosariaLipochrus acroporinusHumes, 1993
Acropora sarmentosaXarifia pectineaHumes & Dojiri, 1982
Acropora sarmentosaXarifia tumorisa1mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Acropora sp.Xarifia anomala1.3mmHumes, 1985
Acropora sp.Xarifia gerlachi1.25mmHumes, 1985
Acropora sp. cf. A. teresXarifia gerlachi~2mmHumes, 1985
Acropora squarrosa (millepora)Xarifia tumorisa~2mmHumes, 1985
Acropora squarrosa (millepora)Scyphuliger placidus1.3mmHumes, 1985
Acropora squarrosa (millepora)Scyphuliger humesiKim, 2004
Acropora squarrosa (millepora)Scyphuliger vicinusKim, 2004
Acropora syringodesXarifia speciesHumes, 1991
Acropora validaXarifia brevirameaHumes, 1985
Alveopora catalaiAnchimolgus multidentatus 1.74mmHumes, 1985
Alveopora mortensiXarifia mediolobataKim, 2003
Alveopora mortensiXarifia radians2.6mm
Humes, 1985
Alveopora mortensiOdontomolgus mundulus2.3mmHumes, 1985
Alveopora sp.Xarifia brevicaudaHumes, 1974
1.35mm; opaco, vermelho-laranja
Astreopora sp.Alteuthellopsis corallinaHumes & Ho, 1968
intestino, olho vermelho
Astreocheres astroidicolaAcontiophorus scutatisHumes, 1981b
Astroides calycularisStockmyzon murinipes
Astroides calycularisStockmyzon mucronipesBandera and Huys
Bandera & Huys,
Colpophyllia natansCorallavexia kristenseni
2008
Colpophyllia natansCorallavexia mixtibrachiumStock, 1975
Corallovexia
Colpophyllia natansStock, 1975
mediobrachium
Herriot & Immerman,
Cyphastrea chalcidiumXarifia villosa
1979
Cyphastrea ocellinaTegastes gemmus1.2mmHumes, 1985
Dendrogyra sp.Corallovexia sp.Stock, 1975
Dichocoenia sp.Corallovexia sp.Stock, 1975
Corallovexia
Diploria clivosaHumes, 1984
mediobrachium
Herriot & Immerman,
Cyphastrea sp.Diallagomolgus sp.
1979
Diploria labyrinthformisCorallavexia brevibrachiumHumes, 1994
Corallavexia
Diploria strigosaStock, 1975
mediobrachium
Echinopora gemmaceaXarifia disparStock, 1975
Echinopora horridaXarifia echinoporae1.5mmHumes, 1985
Echinopora horridaAnchimolgus exsertus2.3mmHumes, 1985
Echinopora lamellosaXarifia disparHumes, 1991
Echinopora lamellosaXarifia echinoporae1.5mmHumes, 1985
Echinopora lamellosaAnchimolgus tridentatus2.3mmHumes, 1985
Echinopora sp.Xarifia disparKim, 2003
Eunicella singularisStockmyzon mucronipes1.5mmHumes, 1985
Bandera & Huys,
Euphyllia glabrescensXarifia gracilipes
2008
Eusmilia fastigataCorallonoxia baki~2mmHumes, 1985
FaviaAmarda sp.
Favia favusCerioxynus alatusStock, 1975
Favia sp.Orstomella faviaeHumes, 1994
Favia sp.Rakotoa proteusHumes, 1994
Favia sp.Anchimolgus sp.2.3mm; vermelho vivo, vermelho-escuroeye Humes & Ho, 1968
Favia sp.Andrianellus exsertidensHumes, 1994
Favia sp.Stockia sp.Humes, 1994
Favites flexuosaXarifia torigeraHumes, 1994
Favites halicoraCerioxynus faviticolusHumes, 1994
Favites pentagonaCerioxynus moluccensis2.3mm; castanho pálido com olhovermelho Humes, 1985
Favites pentagonaRakotoa ceramensisHumes, 1994
Favites virensCerioxynus bandensisHumes, 1994
Fungia concinnaAnchimolgus maximusHumes, 1979
Fungia echinataXarifia speciesHumes, 1994
Fungia echinataAnchimolgus latensKim, 2003
Fungia echinataAnchimolgus pandus
Humes, 1985
Fungia echinataSchedomolgus tenerHumes, 1978
Fungia fungitesSchedomolgus dumbensisHumes, 1978
Fungia fungitesOdontomolgus scitulusHumes, 1973
Fungia paumotensisAnchimolgus orectusKim, 2003
Fungia paumotensisAnchimolgus punctilisHumes, 1973
Fungia speciesZazaranus fungicolusHumes, 1978
Fungia speciesOdontomolgus flammeusHumes, 1978
Fungia speciesAnchimolgus hastatusHumes, 1985
Galaxea astreataXarifia speciesKim, 2007
Galaxea fascicularisXarifia exserensKim, 2007
Galaxea fascicularisAnchimolgus compressusHumes, 1985
Galaxea fascicularisAnchimolgus contractus2.3mm; cinza opaco, olho vermelhoHumes, 1985
Galaxea fascicularisAnchimolgus moluccanusHumes, 1996
Galaxea fascicularisAnchimolgus nastuasHumes, 1979
Gardineroseris planulataAnchimolgus angustusHumes, 1996
Gardineroseris planulataXarifia clavellataHumes, 1996
Gardineroseris planulataXarifia filataHumes, 1992
Gardineroseris planulataXarifia rasilis0.8mmHumes, 1985
Gardineroseris planulataOdontomolgus mucosus~1mm; cinza, olho vermelhoHumes, 1985
Gardineroseris planulataOdontomolgus pumulis0.9mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Gardineroseris planulataOdontomolgus uniovigerKim, 2006
Gardineroseris planulataAnchimolgus eparmatoidesHumes, 1992
Gardineroseris planulataAnchimolgus gibberulusKim, 2006
Gardineroseris planulataAnchimolgus stellusHumes & Stock, 1972
Goniastrea retiformisAlteuthellopsis corallinaHumes, 1992
Goniastrea retiformisAmarda curvusHumes, 1972
Goniastrea retiformisAmarda goniastraeaHumes, 1981b
Goniastrea retiformisOdontomolgus parvusKim, 2007
Goniopora minorWedanus formosanusHumes, 1995
Goniopora pedunculataXarifia hadraKim, 2007
Goniopora pedunculataXarifia scutipesCheng et al., 2008
Goniopora speciesXarifia resex1.7mmHumes, 1985
Goniopora speciesAnchimolgus conformatus2mmHumes, 1985
Goniopora speciesAnchimolgus mimeticus1.4mmHumes, 1985
Goniopora speciesOdontomolgus campulusHumes & Stock, 1973
Goniopora stokesiAnchimolgus brevariusHumes, 1995
Goniopora stokesiAnchimolgus gigasHumes, 1995
Goniopora tenuidensXarifia hadraHumes, 1995
Goniopora tenuidensXarifia resexHumes & Stock, 1995
Goniopora tenuidensXarifia scutipes1.7mmHumes, 1985
Goniopora tenuidensWedanus inconstans1.4mmHumes, 1985
Gyrosmilia interruptaXarifia apertipes2mmHumes, 1985
Halomitra pileusOdontomolgus fultusHumes, 1978
Heliofungia actiniformisOdontomolgus decensHumes, 1985
Hydnophora exesaXarifia comptulaHumes & Stock, 1972
Humes and Stock,
Hydnophora exesaXarifia curtata
1972
Hydnophora exesaPanjakus hydnophorae2.5mmHumes, 1985
Hydnophora microconusPanjakus iratusUp to 3.5mmHumes & Ho, 1968
Humes and Stock,
Hydnophora microconusPanjakus saccipes
1973
Hydnophora microconusAnchimolgus paragensisKim, 2005
Hydnophora rigidaPanjakus eumecesHumes, 1991
Hydnophora sp.Humesiella corallicolaKim, 2007
Hydnophora sp.Panjakus sp.Kim, 2005
Sebastian & Pillai,
Hydnophora sp.Panjakus hydnophorae1.5mm
1973
Hydnophora tenellaPanjakus hydnophoraeHumes, 1994
Humes and Stock,
Leptoria phrygiaXarifia species
1973
Humes and Stock,
Leptoria tenuisPanjakus directus
1973
Leptoria tenuisPanjakus necopinusHumes, 1985
Lobophyllia corymbosaOrstomella lobophylliaeHumes, 1995
Lobophyllia costataOrstomella lobophylliaeHumes, 1995
Manicina areolataCorallavexia longibrachium1.4mm; vermelho vivo, vermelho-escuroeye Humes & Ho, 1968
Meandrina meandritesCorallovexia sp.1.4mm; vermelho vivo, vermelho-escuroeye Humes & Ho, 1968
Meandrina meandritesCorallonoxia bakiStock, 1975
Herriot & Immerman,
Merulina ampliataAlteuthellopsis corallina
1979
Merulina ampliataAmardopsis merulinaeStock, 1975
Merulina ampliataXarifia speciesHumes, 1981b
Merulina ampliataOdontomolgus bulbalisHumes 1994
Montastrea brasilianaCorallavexia ventrospinaHumes, 1985
Corallavexia dorsospinosa
Montastrea cavernosaHumes. 1991
minor
Montastrea cavernosaCorallavexia dorsospinosaStock, 1975
Montastrea cavernosaCorallovexia sp.Stock, 1975
Montastrea curtaCerioxynus montastreaeStock, 1975
Herriot & Immerman,
Montipora caliculataHaplomolgus incolumis
1979
Montipora compositaXarifia anoplaHumes, 1994
Montipora compositaXarifia heteromelesHumes, 1991
Montipora compressaOdontomolgus forhaniHumes, 1985
Montipora foliosaXarifia species~1mmHumes, 1985
Xarifia pectinea (only 1
Montipora ramosaHumes & Stock, 1972
found)
Montipora ramosaXarifia temnuraHumes, 1985
Montipora sinensisXarifia temnura1mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
1.5mm; opaco, intestino castanho-avermelhado,
Montipora sp.Xarifia anoplaHumes & Ho, 1968
olho vermelho
1.5mm; opaco, intestino castanho-avermelhado,
Montipora sp.Xarifia extensaHumes & Ho, 1968
olho vermelho
Montipora sp.Xarifia speciesHumes, 1985
Montipora stellataXarifia species2.5mmHumes, 1985
Montipora undataXarifia anoplaHumes, 1985
Montipora undataXarifia heteromelesHumes, 1985
Montipora undataXarifia syntomaHumes, 1985
Montipora undataHaplomolgus subdeficiens~1mmHumes, 1985
Montipora undataXarifia temnura0.8mmHumes, 1985
Montipora verilliAlteuthellopsis corallinaHumes, 1978
1.5mm; opaco, intestino castanho-avermelhado,
Montipora verrucosaTegastes gemmeusHumes & Ho, 1968
olho vermelho
Montipora verrucosaXarifia apertipesHumes, 1984
Mussusmillia hispidaHarpacticoidaNogueira, 2003
Mycetophyllia lamarckianaCorallovexia sp.Humes, 1984
Mycetophyllia lamarckianaCorallovexia sp. #2Humes, 1985
Herriot & Immerman,
Oulophyllia crispaCerioxynus oulophillia
1979
Herriot & Immerman,
Oxypora sp.Xarifia species
1979
Pachyseris rugosaXarifia acicularisHumes, 1994
Pachyseris speciosaXarifia exiguaHumes, 1985
Pachyseris speciosaXarifia laminellispinosacinza, olho vermelhoHumes, 1985
Parahalometra robustaXarifia species0.8mm; castanho-claro pálido, olhovermelho Humes & Ho, 1968
Parahalometra robustaAnchimolgus convexus1.9mmHumes & Ho, 1968
Pavona angularisOdontomolgus actinophorusHumes, 1985
Pavona angulataXarifia longipesHumes, 1978
Humes and Stock,
Pavona angulataOdontomolgus actinophorus
1973
Pavona cactusXarifia finitima1.5mmHumes, 1985
Humes and Stock,
Pavona cactusOdontomolgus actinophorus
1973
Pavona danaiOdontomolgus actinophorus 1mm;cinza, olho vermelhoHumes, 1985
Humes and Stock,
Pavona danaiOdontomolgus pavonus
1973
Humes and Stock,
Pavona danaiAnchimolgus gracilipes
1973
Pavona sp.Xarifia diminutaKim, 2007
Pavona variansXarifia finitimaKim, 2007
Pavona venustaOdontomolgus actinophorus 1.35mmHumes, 1985
Pavona sp.Odontomolgus rhadinusHumes & Stock, 1973
Pectinia lactucaMandobius regalis1mm; cinza, olho vermelhoHumes, 1985
Humes and Stock,
Physogyra lichensteiniXarifia gradata
1973
Physogyra lichensteiniXarifia minaxHumes, 1994
Platygyra astreiformisPanjakus platygyrae1.3mmHumes, 1985
Platygyra lamellinaPanjakus platygyrae1.4mmHumes, 1985
Platygyra daedalaPanjakus daedalaHumes, 1994
Humes and Stock,
Platygyra daedalaAlteuthellopsis corallina
1973
Humes and Stock,
Platygyra ryukyuensisPanjakus fastigatus
1973
Platygyra ryukyuensisPanjakus parvipesHumes, 1981b
Platygyra ryukyuensisAndrianellus papillipesKim, 2005
Platygyra sinensisXarifia speciesKim, 2005
Platygyra sp.Alteuthellopsis corallinaKim, 2007
Platygyra sp.Xarifia disparHumes, 1985
Platygyra sp.Panjakus sp.Humes, 1981b
Platygyra daedalaAndrianellus exsertidens1.5mmHumes, 1985
Plerogyra sp.GelastomolgusHumes & Stock, 1973
Pocillopora damicornisAlteuthellopsis corallinaHumes, 1994
Pocillopora damicornisXarifia fimbriataHumes, 1994
Pocillopora damicornisXarifia fissilis
Humes, 1981b
Pocillopora damicornisXarifia jugalis~1.5mmHumes, 1985
Pocillopora damicornisXarifia obesa~2mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Pocillopora damicornisXarifia quinaria1.4mm; cinza, com olho vermelhoCheng et al., 2007
Pocillopora damicornisXarifia sectilis1.4mmHumes, 1985
Pocillopora damicornisXarifia serrataHumes, 1994
Pocillopora damicornisAnchimolgus partenuides1.7mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Pocillopora damicornis var.
Xarifia fimbriata 1.3mmHumes, 1985
caespitosa
Pocillopora damicornis var.
Xarifia imparilisKim, 2007
caespitosa
Pocillopora damicornis var.
Xarifia jugalis ~1.5mmHumes, 1985
caespitosa
Pocillopora damicornis var.
Xarifia quinaria 1.5mm;cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
caespitosa
Pocillopora danaeXarifia obesa1.4mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Pocillopora eydouxiXarifia comata1.3mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Pocillopora eydouxiXarifia fimbriata~1.5mm; cinza a bege com olho vermelhoHumes, 1985
Pocillopora eydouxiXarifia imparilis~1.2mmHumes, 1985
Pocillopora eydouxiXarifia jugalis~1.5mmHumes, 1985
Pocillopora eydouxiXarifia maldivensis1.5mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Pocillopora eydouxiXarifia obesa1.4mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Pocillopora eydouxiXarifia sectilis1.4mmHumes, 1985
Pocillopora ligulataXarifia tenta~1.5mm; cinza a bege com olho vermelhoHumes, 1985
Pocillopora sp.Tegastes georgei1.7mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Pocillopora sp.Xarifia fimbriata1mm; cinza a bege com olho vermelhoHumes, 1985
Pocillopora sp.Xarifia maldivensisHumes, 1981
Pocillopora sp.Xarifia obesa~1.5mmHumes, 1985
Pocillopora sp.Xarifia serrata1.4mmHumes, 1985
Pocillopora sp. cf. verrucosaXarifia comata~1.5mm; cinza a bege com olho vermelhoHumes, 1985
Pocillopora sp. cf. verrucosaXarifia obesa1.3mmHumes, 1985
Pocillopora sp. cf. verrucosaXarifia serrata~1.2mmHumes, 1985
Pocillopora verrucosaTegastes paulipes~1.5mm; cinza a bege com olho vermelhoHumes, 1985
Pocillopora verrucosaXarifia comata1.3mmHumes, 1985
Pocillopora verrucosaXarifia gibberulaHumes, 1984
Pocillopora verrucosaXarifia imparilis~1.2mmHumes, 1985
Pocillopora verrucosaXarifia obesa1.3mm cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Pocillopora verrucosaXarifia serrata1.5mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Pocillopora verrucosaXarifia tenta~1.5mm; cinza a bege com olho vermelhoHumes, 1985
Pocillopora verrucosaPanjakus bidentis1.3mmHumes, 1985
Porites (andrewsi?)Monomolgus unihastatus1mm; cinza a bege com olho vermelhoHumes, 1985
Porites (nigrescens?)Monomolgus unihastatusKim, 2004
Humes and Stock,
Porites latistellaXarifia longa
1973
Humes and Stock,
Porites lobataEuryte verecunda
1973
Porites lobataHemicyclops regalisCheng et al., 2007
Porites lobataMonomolgus torulusHumes, 1992
Porites lobataKombia incrassataHumes, 1994
Porites luteaOrstomella yaliuensisHumes, 1984
Porites luteaXarifia speciesHumes, 1984
Porites luteaKombia curvata
Chen et al., 2009
Porites monticulosaKombia imminensHumes, 1985
Porites somaliensisKombia angulataHumes & Stock, 1973
Porites sp.Kombia avitusNair & Pillai, 1986
Porites nigrescensMonomolgus baculigeresHumes, 1979
Psammocora sp.Monomolgus psammocoraeKim, 2007
Psammocora sp.Kombia angulataHumes, 1979
Humes and Stock,
Psammocora contiguaXarifia diminuta
1973
Psammocora contiguaXarifia imitansHumes, 1962
Psammocora contiguaOdontomolgus actinophorus1.35mmHumes, 1985
Psammocora contiguaNumboa porosaHumes, 1997
Psammocora contiguaOdontomolgus rhadinus1.1mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Humes and Stock,
Psammocora digitataXarifia formosa
1973
Psammocora digitataXarifia imitansHumes & Ho, 1967
Psammocora logianensisDumbeana undulatipes1.2mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1996
Psammocora logianensisEmunoa proknta1.1mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1996
Psammocora logianensisLipochaetes extrusisHumes, 1996
Psammocora samoensisOdontomolgus exilipesHumes, 1995
Psammocora samoensisOdontomolgus geminusHumes, 1995
Psammocora sp.Xarifia diminutaKim, 2003
Psammocora sp. cf. contiguaXarifia diminutaKim, 2003
Psammocora togianensisNumboa porosaHumes, 1997
Scapophyllia cylindricaXarifia simplex1.35mmHumes, 1985
Seriatopora caliendrumXarifia reducta1.35mmHumes, 1985
Seriatopora hystrixXarifia eminula1.8mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Seriatopora hystrixXarifia levis1.1mmHumes, 1985
Seriatopora hystrixXarifia obesacinza opaco, olho vermelhoHumes & Ho, 1968
Seriatopora hystrixXarifia reducta~1mm; bege com olho vermelhoHumes, 1985
Seriatopora hystrixXarifia umbonata~1.5mm; cinza a bege com olho vermelhoHumes, 1985
Seriatopora hystrixXarifia varialabrata1.1mmHumes, 1985
Seriatopora hystrixAnchiomolgus tenuipes1.2mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Seriatopora hystrixAnchimolgus noumensis0.8mm; castanho-claro pálido comolho vermelho Humes, 1985
Seriatopora octopteraXarifia reductaKim, 2003
Seriatopora sp.Xarifia reductaKim, 2003
Stereonephthya ulicoidesParategastes conexusHumes, 1993
Stylophora mordaxXarifia decorata1.1mmHumes, 1985
Stylophora mordaxXarifia lissaHumes, 1984
1.5mm; opaco, intestino castanho-avermelhado,
Stylophora pistillataTegastes georgeiHumes & Ho, 1968
olho vermelho
1.4mm; opaco, intestino castanho-avermelhado,
Stylophora pistillataXarifia decorataHumes, 1985
olho vermelho
Stylophora pistillataXarifia dissonaHumes, 1981
1.5mm; opaco, intestino castanho-avermelhado,
Stylophora pistillataXarifia lissaHumes & Ho, 1968
olho vermelho
1.45mm; cinza, intestino castanho-escuro,
Stylophora pistillataXarifia obesaHumes, 1985
olho vermelho
Stylophora pistillataXarifia sectilis1.4mmHumes, 1985
Stylophora pistillata var. palmataXarifia obesa~1.5mm; cinza a bege com olho vermelhoHumes, 1985
Stylophora sp.Xarifia decorata1.7mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Stylophora sp.Xarifia lissa~1.5mm; cinza a bege comolho vermelho
Humes, 1985
1.5mm; opaco, intestino castanho-avermelhado,
Stylophora sp.Xarifia speciesHumes & Ho, 1968
olho vermelho
Stylophora subseriataXarifia serrata1.4mmHumes, 1985
Tubastrea aureaXarifia insolitaHumes, 1985
Tubastrea aureaXarifia insolita1.3mmHumes, 1985
Tubastrea sp.Xarifia speciesHumes, 1985
Turbinaria danaeXarifia laceransCheng et al., 2007
Turbinaria danaeXarifia unicataHumes, 1985
Turbinaria sp. (T. elegans?)Xarifia hamata~1mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985
Wedanus inconstansGoniopora minor1.6mm; cinza, com olho vermelhoHumes, 1985

Listagem por parasita

ParasitaCoral hospedeiro
Xarifia plectrataAcrhelia horrescens
Anchimolgus abbreviatusAcrhelia horrescens
Anchimolgus tenuipesAcrhelia horrescens
Xarifia anomalaAcropora abrotanoides
Xarifia brevirameaAcropora abrotanoides
Xarifia sabiuraensisAcropora abrotanoides
Xarifia trituberataAcropora abrotanoides
Xarifia anomalaAcropora convexa
Xarifia sabiuraensisAcropora convexa
Scyphuliger longicaudusAcropora convexa
Xarifia anomalaAcropora ‘corymbosa’ group
Xarifia brevirameaAcropora ‘corymbosa’ group
Xarifia gerlachiAcropora ‘corymbosa’ group
Xarifia infrequensAcropora ‘corymbosa’ group
Xarifia linearisAcropora ‘corymbosa’
Xarifia trituberataAcropora ‘corymbosa’ group
Xarifia tumorisaAcropora ‘corymbosa’ group
Xarifia ablusaAcropora ‘corymbosa’ group
Scyphuliger pilosusAcropora corymbosa
Scyphuliger pennatusAcropora corymbosa
Scyphuliger tenuatisAcropora cymbicyanthus
Xarifia gerlachiAcropora cytheria
Xarifia infrequensAcropora cytheria
Xarifia tenuisAcropora cytheria
Xarifia ablusaAcropora digitifera (?)
Xarifia anomalaAcropora digitifera (?)
Xarifia brevirameaAcropora digitifera (?)
Xarifia gerlachiAcropora digitifera (?)
Xarifia infrequensAcropora digitifera (?)
Xarifia linearisAcropora digitifera (?)
Xarifia trituberataAcropora digitifera (?)
Xarifia tumorisaAcropora digitifera (?)
Xarifia ablusaAcropora elseyi
Xarifia fastigataAcropora elseyi
Xarifia tumorisaAcropora elseyi
Alteuthellopsis corallinaAcropora exigua
Xarifia brevirameaAcropora exigua
Ecphysarion lobophorumAcropora exigua
Scyphuliger latusAcropora exilis
Scyphuliger aristoidesAcropora exilis
Scyphuliger paucisurculusAcropora exilis
Ecphysarion lobophorumAcropora florida
Tegastes acroporanusAcropora florida
Xarifia anomalaAcropora florida
Xarifia brevirameaAcropora florida
Xarifia gerlachiAcropora florida
Xarifia pectineaAcropora florida
Xarifia sabiuraensisAcropora florida
Xarifia trituberataAcropora florida
Xarifia tumorisaAcropora florida
Xarifia basilicaAcropora formosa
Xarifia bulliferaAcropora formosa
Xarifia infrequensAcropora formosa
Xarifia tumorisaAcropora formosa
Xarifia speciesAcropora gemmifera
Xarifia anomalaAcropora gravida
Xarifia brevirameaAcropora gravida
Xarifia gerlachiAcropora gravida
Xarifia pectineaAcropora gravida
Xarifia sabiuraensisAcropora gravida
Xarifia trituberataAcropora gravida
Xarifia tumorisaAcropora gravida
Xarifia indicaAcropora hebes
Xarifia laccadivensisAcropora hebes
Xarifia robustaAcropora hebes
Xarifia ablusaAcropora humilis
Xarifia anomalaAcropora humilis
Xarifia brevirameaAcropora humilis
Xarifia gerlachiAcropora humilis
Xarifia infrequensAcropora humilis
Xarifia linearisAcropora humilis
Xarifia longicaudaAcropora humilis
Xarifia pectineaAcropora humilis
Xarifia trituberataAcropora humilis
Xarifia tumorisaAcropora humilis
Xarifia anomalaAcropora hyacinthus
Xarifia basilicaAcropora hyacinthus
Xarifia brevirameaAcropora hyacinthus
Xarifia gerlachiAcropora hyacinthus
Xarifia infrequensAcropora hyacinthus
Xarifia pectineaAcropora hyacinthus
Xarifia sabiuraensisAcropora hyacinthus
Xarifia trituberataAcropora hyacinthus
Xarifia tumorisaAcropora hyacinthus
Scyphuliger concavipesAcropora hyacinthus
Scyphuliger manifestusAcropora hyacinthus
Scyphuliger eumorphusAcropora hyacinthus
Xarifia anomalaAcropora intermeda
Xarifia brevirameaAcropora intermeda
Xarifia pectineaAcropora intermedia
Xarifia sabiuraensisAcropora intermedia
Xarifia trituberataAcropora intermedia
Xarifia tumorisaAcropora intermedia
Scyphuliger karangmiensisAcropora intermedia
Xarifia brevirameaAcropora millepora
Xarifia anomalaAcropora palifera
Xarifia exutaAcropora palifera
Xarifia guttuliferaAcropora palifera
Xarifia mucronataAcropora palifera
Schedomolgus exciliculusAcropora palifera
Ecphysarion spinulatumAcropora palifera
Unicispina latigentalisAcropora palifera
Corallavexia similisAcropora palmata
Corallovexia sp.Acropora palmata
Lipochrus acroporinusAcropora patula
Xarifia pectineaAcropora patula
Xarifia sabiuraensisAcropora patula
Xarifia trituberataAcropora patula
Xarifia tumorisaAcropora patula
Schedomolgus idanusAcropora patula
Xarifia sp.Acropora pectinata
Xarifia sp.Acropora pectinata
Lipochrus speciesAcropora rambleri
Xarifia ablusaAcropora rambleri
Xarifia brevirameaAcropora rambleri
Xarifia pectineaAcropora rambleri
Xarifia sabiuraensisAcropora rambleri
Xarifia trituberataAcropora rambleri
Lipochrus acroporinusAcropora rosaria
Xarifia ablusaAcropora rosaria
Xarifia fastigataAcropora rosaria
Xarifia rosariaeAcropora rosaria
Ecphysarion ampullulumAcropora rosaria
Lipochrus acroporinusAcropora rosaria
Xarifia pectineaAcropora sarmentosa
Xarifia tumorisaAcropora sarmentosa
Xarifia anomalaAcropora sp.
Xarifia gerlachiAcropora sp.
Xarifia gerlachiAcropora sp. cf. A. teres
Xarifia tumorisaAcropora squarrosa (millepora)
Scyphuliger placidusAcropora squarrosa (millepora)
Scyphuliger humesiAcropora squarrosa (millepora)
Scyphuliger vicinusAcropora squarrosa (millepora)
Xarifia speciesAcropora syringodes
Xarifia brevirameaAcropora valida
Anchimolgus multidentatusAlveopora catalai
Xarifia mediolobataAlveopora mortensi
Xarifia radiansAlveopora mortensi
Odontomolgus mundulusAlveopora mortensi
Xarifia brevicaudaAlveopora sp.
Alteuthellopsis corallinaAstreopora sp.
Acontiophorus scutatisAstreocheres astroidicola
Stockmyzon murinipesAstroides calycularis
Stockmyzon mucronipesAstroides calycularis
Corallavexia kristenseniColpophyllia natans
Corallavexia mixtibrachiumColpophyllia natans
Corallovexia mediobrachiumColpophyllia natans
Xarifia villosaCyphastrea chalcidium
Tegastes gemmusCyphastrea ocellina
Corallovexia sp.Dendrogyra sp.
Corallovexia sp.Dichocoenia sp.
Corallovexia mediobrachiumDiploria clivosa
Diallagomolgus sp.Cyphastrea sp.
Corallavexia brevibrachiumDiploria labyrinthformis
Corallavexia mediobrachiumDiploria strigosa
Xarifia disparEchinopora gemmacea
Xarifia echinoporaeEchinopora horrida
Anchimolgus exsertusEchinopora horrida
Xarifia disparEchinopora lamellosa
Xarifia echinoporaeEchinopora lamellosa
Anchimolgus tridentatusEchinopora lamellosa
Xarifia disparEchinopora sp.
Stockmyzon mucronipesEunicella singularis
Xarifia gracilipesEuphyllia glabrescens
Corallonoxia bakiEusmilia fastigata
Amarda sp.Favia
Cerioxynus alatusFavia favus
Orstomella faviaeFavia sp.
Rakotoa proteusFavia sp.
Anchimolgus sp.Favia sp.
Andrianellus exsertidensFavia sp.
Stockia sp.Favia sp.
Xarifia torigeraFavites flexuosa
Cerioxynus faviticolusFavites halicora
Cerioxynus moluccensisFavites pentagona
Rakotoa ceramensisFavites pentagona
Cerioxynus bandensisFavites virens
Anchimolgus maximusFungia concinna
Xarifia speciesFungia echinata
Anchimolgus latensFungia echinata
Anchimolgus pandusFungia echinata
Schedomolgus tenerFungia echinata
Schedomolgus dumbensisFungia fungites
Odontomolgus scitulusFungia fungites
Anchimolgus orectusFungia paumotensis
Anchimolgus punctilisFungia paumotensis
Zazaranus fungicolusFungia species
Odontomolgus flammeusFungia species
Anchimolgus hastatusFungia species
Xarifia speciesGalaxea astreata
Xarifia exserensGalaxea fascicularis
Anchimolgus compressusGalaxea fascicularis
Anchimolgus contractusGalaxea fascicularis
Anchimolgus moluccanusGalaxea fascicularis
Anchimolgus nastuasGalaxea fascicularis
Anchimolgus angustusGardineroseris planulata
Xarifia clavellataGardineroseris planulata
Xarifia filataGardineroseris planulata
Xarifia rasilisGardineroseris planulata
Odontomolgus mucosusGardineroseris planulata
Odontomolgus pumulisGardineroseris planulata
Odontomolgus uniovigerGardineroseris planulata
Anchimolgus eparmatoidesGardineroseris planulata
Anchimolgus gibberulusGardineroseris planulata
Anchimolgus stellusGardineroseris planulata
Alteuthellopsis corallinaGoniastrea retiformis
Amarda curvusGoniastrea retiformis
Amarda goniastraeaGoniastrea retiformis
Odontomolgus parvusGoniastrea retiformis
Wedanus formosanusGoniopora minor
Xarifia hadraGoniopora pedunculata
Xarifia scutipesGoniopora pedunculata
Xarifia resexGoniopora species
Anchimolgus conformatusGoniopora species
Anchimolgus mimeticusGoniopora species
Odontomolgus campulusGoniopora species
Anchimolgus brevariusGoniopora stokesi
Anchimolgus gigasGoniopora stokesi
Xarifia hadraGoniopora tenuidens
Xarifia resexGoniopora tenuidens
Xarifia scutipesGoniopora tenuidens
Wedanus inconstansGoniopora tenuidens
Xarifia apertipesGyrosmilia interrupta
Odontomolgus fultusHalomitra pileus
Odontomolgus decensHeliofungia actiniformis
Xarifia comptulaHydnophora exesa
Xarifia curtataHydnophora exesa
Panjakus hydnophoraeHydnophora exesa
Panjakus iratusHydnophora microconus
Panjakus saccipesHydnophora microconus
Anchimolgus paragensisHydnophora microconus
Panjakus eumecesHydnophora rigida
Humesiella corallicolaHydnophora sp.
Panjakus sp.Hydnophora sp.
Panjakus hydnophoraeHydnophora sp.
Panjakus hydnophoraeHydnophora tenella
Xarifia speciesLeptoria phrygia
Panjakus directusLeptoria tenuis
Panjakus necopinusLeptoria tenuis
Orstomella lobophylliaeLobophyllia corymbosa
Orstomella lobophylliaeLobophyllia costata
Corallavexia longibrachiumManicina areolata
Corallovexia sp.Meandrina meandrites
Corallonoxia bakiMeandrina meandrites
Alteuthellopsis corallinaMerulina ampliata
Amardopsis merulinaeMerulina ampliata
Xarifia speciesMerulina ampliata
Odontomolgus bulbalisMerulina ampliata
Corallavexia ventrospinaMontastrea brasiliana
Corallavexia dorsospinosa minorMontastrea cavernosa
Corallavexia dorsospinosaMontastrea cavernosa
Corallovexia sp.Montastrea cavernosa
Cerioxynus montastreaeMontastrea curta
Haplomolgus incolumisMontipora caliculata
Xarifia anoplaMontipora composita
Xarifia heteromelesMontipora composita
Odontomolgus forhaniMontipora compressa
Xarifia speciesMontipora foliosa
Xarifia pectinea (only 1 found)Montipora ramosa
Xarifia temnuraMontipora ramosa
Xarifia temnuraMontipora sinensis
Xarifia anoplaMontipora sp.
Xarifia extensaMontipora sp.
Xarifia speciesMontipora sp.
Xarifia speciesMontipora stellata
Xarifia anoplaMontipora undata
Xarifia heteromelesMontipora undata
Xarifia syntomaMontipora undata
Haplomolgus subdeficiensMontipora undata
Xarifia temnuraMontipora undata
Alteuthellopsis corallinaMontipora verilli
Tegastes gemmeusMontipora verrucosa
Xarifia apertipesMontipora verrucosa
HarpacticoidaMussusmillia hispida
Corallovexia sp.Mycetophyllia lamarckiana
Corallovexia sp. #2Mycetophyllia lamarckiana
Cerioxynus oulophilliaOulophyllia crispa
Xarifia speciesOxypora sp.
Xarifia acicularisPachyseris rugosa
Xarifia exiguaPachyseris speciosa
Xarifia laminellispinosaPachyseris speciosa
Xarifia speciesParahalometra robusta
Anchimolgus convexusParahalometra robusta
Odontomolgus actinophorusPavona angularis
Xarifia longipesPavona angulata
Odontomolgus actinophorusPavona angulata
Xarifia finitimaPavona cactus
Odontomolgus actinophorusPavona cactus
Odontomolgus actinophorusPavona danai
Odontomolgus pavonusPavona danai
Anchimolgus gracilipesPavona danai
Xarifia diminutaPavona sp.
Xarifia finitimaPavona varians
Odontomolgus actinophorusPavona venusta
Odontomolgus rhadinusPavona sp.
Mandobius regalisPectinia lactuca
Xarifia gradataPhysogyra lichensteini
Xarifia minaxPhysogyra lichensteini
Panjakus platygyraePlatygyra astreiformis
Panjakus platygyraePlatygyra lamellina
Panjakus daedalaPlatygyra daedala
Alteuthellopsis corallinaPlatygyra daedala
Panjakus fastigatusPlatygyra ryukyuensis
Panjakus parvipesPlatygyra ryukyuensis
Andrianellus papillipesPlatygyra ryukyuensis
Xarifia speciesPlatygyra sinensis
Alteuthellopsis corallinaPlatygyra sp.
Xarifia disparPlatygyra sp.
Panjakus sp.Platygyra sp.
Andrianellus exsertidensPlatygyra daedala
GelastomolgusPlerogyra sp.
Alteuthellopsis corallinaPocillopora damicornis
Xarifia fimbriataPocillopora damicornis
Xarifia fissilisPocillopora damicornis
Xarifia jugalisPocillopora damicornis
Xarifia obesaPocillopora damicornis
Xarifia quinariaPocillopora damicornis
Xarifia sectilisPocillopora damicornis
Xarifia serrataPocillopora damicornis
Anchimolgus partenuidesPocillopora damicornis
Xarifia fimbriataPocillopora damicornis var. caespitosa
Xarifia imparilisPocillopora damicornis var. caespitosa
Xarifia jugalisPocillopora damicornis var. caespitosa
Xarifia quinariaPocillopora damicornis var. caespitosa
Xarifia obesaPocillopora danae
Xarifia comataPocillopora eydouxi
Xarifia fimbriataPocillopora eydouxi
Xarifia imparilisPocillopora eydouxi
Xarifia jugalisPocillopora eydouxi
Xarifia maldivensisPocillopora eydouxi
Xarifia obesaPocillopora eydouxi
Xarifia sectilisPocillopora eydouxi
Xarifia tentaPocillopora ligulata
Tegastes georgeiPocillopora sp.
Xarifia fimbriataPocillopora sp.
Xarifia maldivensisPocillopora sp.
Xarifia obesaPocillopora sp.
Xarifia serrataPocillopora sp.
Xarifia comataPocillopora sp. cf. verrucosa
Xarifia obesaPocillopora sp. cf. verrucosa
Xarifia serrataPocillopora sp. cf. verrucosa
Tegastes paulipesPocillopora verrucosa
Xarifia comataPocillopora verrucosa
Xarifia gibberulaPocillopora verrucosa
Xarifia imparilisPocillopora verrucosa
Xarifia obesaPocillopora verrucosa
Xarifia serrataPocillopora verrucosa
Xarifia tentaPocillopora verrucosa
Panjakus bidentisPocillopora verrucosa
Monomolgus unihastatusPorites (andrewsi?)
Monomolgus unihastatusPorites (nigrescens?)
Xarifia longaPorites latistella
Euryte verecundaPorites lobata
Hemicyclops regalisPorites lobata
Monomolgus torulusPorites lobata
Kombia incrassataPorites lobata
Orstomella yaliuensisPorites lutea
Xarifia speciesPorites lutea
Kombia curvataPorites lutea
Kombia imminensPorites monticulosa
Kombia angulataPorites somaliensis
Kombia avitusPorites sp.
Monomolgus baculigeresPorites nigrescens
Monomolgus psammocoraePsammocora sp.
Kombia angulataPsammocora sp.
Xarifia diminutaPsammocora contigua
Xarifia imitansPsammocora contigua
Odontomolgus actinophorusPsammocora contigua
Numboa porosaPsammocora contigua
Odontomolgus rhadinusPsammocora contigua
Xarifia formosaPsammocora digitata
Xarifia imitansPsammocora digitata
Dumbeana undulatipesPsammocora logianensis
Emunoa prokntaPsammocora logianensis
Lipochaetes extrusisPsammocora logianensis
Odontomolgus exilipesPsammocora samoensis
Odontomolgus geminusPsammocora samoensis
Xarifia diminutaPsammocora sp.
Xarifia diminutaPsammocora sp. cf. contigua
Numboa porosaPsammocora togianensis
Xarifia simplexScapophyllia cylindrica
Xarifia reductaSeriatopora caliendrum
Xarifia eminulaSeriatopora hystrix
Xarifia levisSeriatopora hystrix
Xarifia obesaSeriatopora hystrix
Xarifia reductaSeriatopora hystrix
Xarifia umbonataSeriatopora hystrix
Xarifia varialabrataSeriatopora hystrix
Anchiomolgus tenuipesSeriatopora hystrix
Anchimolgus noumensisSeriatopora hystrix
Xarifia reductaSeriatopora octoptera
Xarifia reductaSeriatopora sp.
Parategastes conexusStereonephthya ulicoides
Xarifia decorataStylophora mordax
Xarifia lissaStylophora mordax
Tegastes georgeiStylophora pistillata
Xarifia decorataStylophora pistillata
Xarifia dissonaStylophora pistillata
Xarifia lissaStylophora pistillata
Xarifia obesaStylophora pistillata
Xarifia sectilisStylophora pistillata
Xarifia obesaStylophora pistillata var. palmata
Xarifia decorataStylophora sp.
Xarifia lissaStylophora sp.
Xarifia speciesStylophora sp.
Xarifia serrataStylophora subseriata
Xarifia insolitaTubastrea aurea
Xarifia insolitaTubastrea aurea
Xarifia speciesTubastrea sp.
Xarifia laceransTurbinaria danae
Xarifia unicataTurbinaria danae
Xarifia hamataTurbinaria sp. (T. elegans?)
Wedanus inconstansGoniopora minor

Referências

As referências bibliográficas são mantidas no idioma e na forma de publicação do original para preservar os títulos, os dados editoriais e os identificadores bibliográficos.

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Nota: Este conteúdo foi originalmente publicado pela revista Reefs.com, no texto: “Aquarium Corals: Stony Coral Parasites: Red and Black Bugs: Identification Guide, Preventive Measures, and a Review of Treatment Protocols”, escrito por: “Dana Riddle”. Link: "https://reefs.com/magazine/aquarium-corals-stony-coral-parasites-red-and-black-bugs-identification-guide-preventive-measures-and-a-review-of-treatment-protocols/". A tradução desse conteúdo não é literal. O tradutor tomou a liberdade de contextualizar algumas frases para a realidade brasileira, bem como adicionou/ suprimiu alguns trechos consideradas irrelevantes para a compreensão do assunto de maneira geral. O objetivo sempre é dar acesso ao conteúdo da maneira mais simples e prática possível, no entanto, sem perder a essência do conhecimento passado. Embora o texto seja revisado antes da postagem repetidas vezes, o mesmo sempre estará passível de erros. Dessa forma, humildemente peço que me informem nos comentários qualquer alteração a ser feita, para que eu possa corrigi-la o mais breve possível.


Att, Rodrigo

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