Parasitas de SPS — “red bugs” e “black bugs”
Guia de identificação, medidas preventivas e revisão dos protocolos de tratamento
Adaptação: Rodrigo Silva
Neste artigo, iremos examinar algo que a maioria dos aquaristas têm pavor de encontrar: parasitas de corais. As espécies Alteuthellopsis, Parategastes e Tegastes são as mais comuns, e as duas últimas são comumente chamadas de “red bugs” ou “black bugs”.
Prevenção
Vamos começar pelo que interessa: como previnir? Um aquário difere bastante de um recife de corais. A temperatura, os nutrientes e diversos outros fatores podem contribuir para populações ou explosões populacionais de copépodes indesejados. Embora esses fatores possam favorecer infestações, o aquarista dispõem de vários métodos, incluindo quarentena, controle químico ou erradicação, controles biológicos — inclusive a manipulação de parâmetros físicos e químicos — e controle seletivo por predadores naturais.
O velho ditado “é melhor prevenir do que remediar” aplica-se tanto aos procedimentos de quarentena como aos cuidados de manutenção. Entretanto, a eficácia dos procedimentos de pré-tratamento e quarentena atualmente aceitos ainda não foi validada para muitos gêneros de copépodes parasitas.
Um detalhe importante: A introdução de copépodes "reef safe" é fundamental para previnir problemas com parasitas. A Academia do Aquário fornece copépodes da espécie Tisbe e Tigriopus, que não incomodam os corais e servem de alimento para peixes como o Mandarim
Parâmetros que podem afetar as populações de parasitas
Parte de uma estratégia bem-sucedida de controle de parasitas pode envolver a manipulação de parâmetros físicos. Vamos discutir brevemente dois deles — temperatura e movimento da água. São parâmetros fáceis de controlar, embora isso não seja necessariamente barato.
Temperatura
A temperatura é um parâmetro facilmente mensurável em qualquer corpo d’água, e sua importância na regulação das reações biológicas e bioquímicas é bem conhecida. Ainda assim, encontrei pouquíssimas menções à temperatura ao revisar diversos textos sobre parasitas voltados ao aquarismo. Sparks (1985), porém, menciona que temperaturas próximas ao limite inferior de tolerância são importantes para manter parasitas, doenças etc. sob controle.
Nota: Humes e Lee (1985) constataram que as populações do copépode parasita Anthessius aumentaram em amêijoas Pecna em águas próximas a Hong Kong durante a parte final do ano. Quando comparada aos dados ambientais médios da região (temperaturas do ar e da água, precipitação), parece haver uma tendência geral de maior número de “bugs” nos períodos de águas mais quentes. No entanto, esse também é um período de menor precipitação, o que poderia reduzir a entrada de nutrientes. Essa observação está longe de ser conclusiva.
Todo aquarista experiente já observou a "explosão" de vários organismos — geralmente indesejáveis — nos aquários, resultantes de um efeito dominó de mudanças, algumas sem dúvida desencadeadas pela água quente.
Embora existam muitas evidências subjetivas, ainda é necessário estudar os efeitos da temperatura sobre as populações de parasitas de corais. No entanto, manter a temperatura de um aquário em valores tão baixos quanto 22 °C não causa grandes problemas.
Movimento da água
Quem faz mergulho sabe que no mar o movimento da água é muito maior do que o observado na maioria dos aquários. A alta velocidade da água poderia remover os parasitas dos tecidos dos corais, deixando-os disponíveis para serem comidos pelos peixes.
É especulativo afirmar que pouca movimentação da água favoreça infestações parasitárias; contudo, em geral aceita-se que a fotossíntese das zooxantelas seja proporcional — até certo limite — à velocidade da água quando há energia luminosa suficiente. Se o movimento da água for baixo, a quantidade de nutrientes obtida pelo coral a partir de seus simbiontes do gênero Symbiodinium também poderá ser menor. Nesse caso, as reservas energéticas do coral podem ficar limitadas, fazendo com que uma infestação por copépodes parasitas tenha impacto maior.
Isolamento do hospedeiro
Durante a preparação deste artigo, o autor do texto original isolou centenas de parasitas Tegastes (ou Parategastes) do coral hospedeiro e examinou no microscópio ao longo de vários dias. Curiosamente, não foi observada nenhuma fêmea com sacos ovígeros. Esses “bugs” permaneceram isolados do hospedeiro por cerca de quatro dias antes de morrer. No entanto, foram observados muitos protozoários na amostra, o que sugere que as condições ambientais (oxigênio dissolvido, pH etc.) não foram a causa da morte dos copépodes.
Por que não havia fêmeas se reproduzindo? Será que esses copépodes parasitas específicos têm vida excepcionalmente longa, tornando desnecessária uma reprodução rápida?
Tratamentos contra copépodes parasitas
A primeira pergunta a fazer é: “Devo tratar?”. O melhor cenário seria não haver parasitas, mas pode ser que alguns poucos talvez não causem danos significativos. Além disso, alguns copépodes parasitas parecem ter forte especificidade por determinadas espécies de coral, de modo que o risco de infestarem outras espécies pode ser inexistente ou mínimo. Entretanto, infestações que provoquem perda de coloração, redução da expansão dos pólipos ou mal-estar geral do coral devem ser levadas a sério e tratadas com um protocolo metódico.
Os copépodes são suscetíveis a diversas substâncias químicas, e uma revisão de literatura mais antiga (Kabata, 1970; Dulin, 1976) sugere o uso de inseticidas como DDT (!), lindano (!) e Dylox. Felizmente, não precisamos recorrer a métodos tão drásticos e perigosos para controlar parasitas de corais.
O sucesso do tratamento de infestações por copépodes depende de muitos fatores. Sabemos muito pouco sobre a resistência dos animais ao procedimento de tratamento, embora haja poucos indícios de que um gênero de copépode seja mais resistente que outro a determinado “medicamento”. Se considerarmos que todos os “bugs” são igualmente suscetíveis, outros dois fatores entram em jogo: dose e duração do tratamento. Esses parâmetros estão sendo refinados, como mostram as informações a seguir.
Tratamentos em quarentena para “red bugs” e “black bugs”
Há vários produtos disponíveis aos aquaristas para controlar esses “bugs”. Com exceção do ReVive (obtido como amostra do fabricante), as soluções foram adquiridas em canais normais de varejo. Todos foram testados segundo os protocolos descritos a seguir.
Protocolo de teste
Como não tenho acesso a todos os parasitas de corais, decidi realizar alguns bioensaios usando organismos semelhantes. Não devemos nos preocupar apenas com o organismo-alvo: também é preciso examinar os efeitos do medicamento sobre uma variedade de organismos. Foram incluídas observações feitas por um grupo selecionado de aquaristas. Esses comentários não devem ser considerados abrangentes; são resultados obtidos com uma espécie específica de “bug”, sob as condições de teste descritas.
Protocolo: caracóis, planárias e copépodes foram coletados em um lago de água doce e divididos em um grupo de estudo e um grupo-controle. Os grupos foram colocados em bandejas de aço inoxidável contendo um litro de água do lago. O medicamento foi adicionado conforme as recomendações do fabricante. As observações foram contínuas durante o tempo de tratamento recomendado, após o qual foi realizada pelo menos uma troca de água. Uma observação final foi feita após 24 horas. Os ensaios foram realizados duas vezes, com cerca de uma semana de intervalo.
ReVive Coral Cleaner
- Fabricante: Two Little Fishies.
- Contém: Oleum abietis, 5.000 mg/L; Citrus limon, 5.000 mg/L (ou 0,5% de cada).
- pH: 5,27 a 24,2 °C. Não afeta adversamente o pH da água quando se seguem as recomendações de dosagem do fabricante.
- 1 tampa: 8 mL.
- Data de validade indicada no rótulo: não.
Este produto é eficaz contra crustáceos, incluindo copépodes. Não se destina ao tratamento de aquários inteiros.
O rótulo lista dois principais ingredientes ativos: Oleum abietis (óleo de pinheiro ou abeto) e Citrus limon (extrato da casca de limão). O óleo de pinho é frequentemente usado por pessoas como descongestionante e tem propriedades antissépticas. Extratos de casca de limão obtidos por prensagem a frio têm diversos usos comerciais e industriais.
A embalagem que obtive não tinha data de validade. Se armazenado corretamente, no escuro e sob refrigeração, provavelmente tem vida útil de um a dois anos. Quando Citrus limon se degrada, desenvolve um odor semelhante ao da terebintina, que pode servir como indicador das condições do produto.
Considerei o produto um limpador de corais eficaz. Um exemplar de Montipora foi imerso em uma solução de ReVive durante 16 minutos, embora copépodes e outros crustáceos tenham abandonado o coral poucos minutos após o início do tratamento. O coral apresentou alguma liberação de muco — aproximadamente a mesma observada quando a maioria dos corais é manuseada — e foi imerso em água do aquário sem ReVive antes de ser devolvido ao aquário. A solução de ReVive e os detritos foram passados por uma malha de 190 micrômetros, e o material coletado foi examinado ao microscópio. Foram observados vários anfípodes e copépodes, além de alguns animais não identificados. Veja a Figura 150. A taxa de mortalidade dos copépodes foi de 100%.
O exemplar de Montipora foi escolhido para o tratamento porque havia perdido inexplicavelmente a maior parte de sua coloração laranja vibrante, e baterias de testes não haviam revelado fatores ambientais — sobretudo químicos — que explicassem o fenômeno. Após cerca de três semanas, notei que partes do exemplar estavam recuperando sua fluorescência laranja. Não posso garantir que o banho de limpeza tenha sido responsável pelo retorno da cor, mas não consigo oferecer outra explicação.
Resultados do tratamento com ReVive (usando animais de água doce, conforme o protocolo acima)
- Crustáceos não identificados: taxa de mortalidade de 94% após banho de 15 minutos.
- Caracóis: inicialmente ficaram atordoados pelo tratamento, mas aparentemente haviam se recuperado por completo quando observados após 24 horas.
MelaFix Marine
- Fabricante: Aquarium Pharmaceuticals.
- Contém: óleo da árvore Meleluca, 12.500 mg/L (ou 1,25%).
- pH: 4,16 a 22,1 °C. Não afeta adversamente o pH da água quando se seguem as recomendações de dosagem do fabricante.
- 1 tampa: 11,3 mL.
- Data de validade indicada no rótulo: sim. Comprado em outubro de 2009; validade até julho de 2012.
O aquarista Steve Ruddy compartilhou gentilmente suas experiências com “black bugs” (veja as Figuras 5, 6 e 7) e MelaFix. Ele observou que os “black bugs” abandonaram o coral hospedeiro (uma espécie de Montipora — veja a Figura 4) cerca de 20 minutos após o início do tratamento. Nota: o tempo de tratamento de 20 minutos usado por Ruddy ultrapassa o limite máximo de 5 minutos recomendado pelo fabricante. Os copépodes se depositaram no fundo do recipiente e nadaram em círculos; todo movimento cessou 30 minutos após o início do tratamento. No entanto, os parasitas não morreram durante o processo e ainda estavam vivos cerca de 24 horas depois do início do tratamento.
Convém observar que o óleo de Meleluca é considerado carcinogênico pelo estado da Califórnia, e os frascos de MelaFix Marine trazem essa indicação.
Resultados do tratamento com MelaFix (usando animais de água doce, conforme o protocolo acima)
- Crustáceos não identificados: taxa de mortalidade de 97,5% após banho de 15 minutos.*
- Caracóis: inicialmente ficaram atordoados pelo tratamento, mas aparentemente haviam se recuperado por completo quando observados após 24 horas.
*Observação interessante: ao comparar as taxas de mortalidade de diferentes copépodes, fica evidente que esse produto é muito eficaz contra alguns “bugs”, mas não tanto contra outros. Talvez essa distinção não seja decisiva, pois Ruddy constatou que o produto funcionou muito bem para fazer os “bugs” saírem de um coral Montipora durante um “banho” de quarentena, mesmo sem matá-los.
Pro-Coral Cure
- Fabricante: Tropic Marin.
- Contém: iodo, cerca de 5.600 mg/L (ou 0,56%).
- pH: 6,49 a 22,0 °C. Não afeta adversamente o pH da água quando se seguem as recomendações de dosagem do fabricante.
- Data de validade indicada no rótulo: não.
A embalagem deste produto usa uma pequena bomba de pressão para dispensar a solução de iodo. Verifiquei que ela liberava 0,7 mL (embora seja anunciada como dispensando 1 mL). Menciono isso porque achei a bomba pouco prática e sujeita a derramamentos; por isso, preferi
medir a solução com uma pera de sucção e uma pipeta. Para quem administra o produto manualmente, uma dose menor que a recomendada parece funcionar bem (veja os resultados abaixo).
Resultados do tratamento com Pro-Coral Cure (usando animais de água doce, conforme o protocolo acima)
- Crustáceos não identificados: taxa de mortalidade de 94% após banho de 15 minutos.
- Caracóis: inicialmente ficaram atordoados pelo tratamento, mas aparentemente haviam se recuperado por completo quando observados após 24 horas.
- Este produto também foi testado como agente de controle de platelmintos. Trataremos disso em um artigo futuro.
Prazo de validade dos “banhos para corais”
- A dosagem baseia-se no teor do agente reativo. A maioria dos produtos tem prazo de validade limitado, e uma data de validade consta — ou deveria constar — na embalagem. Por exemplo, a Melaleuca se degrada quando exposta à luz, ao calor, à umidade e ao ar, e o produto que a contém (MelaFix, Aquarium Pharmaceuticals) apresenta uma data de validade no frasco. Essa data existe por um motivo: não a ignore. Armazene esses produtos e outros semelhantes em local escuro, fresco e seco, em recipientes com pouco ar no interior (Carson et al., 2006), para evitar mudanças consideráveis na composição química. O único sinal de deterioração de que tenho conhecimento é o possível desenvolvimento de odor de terebintina.
O produto ReVive, da Two Little Fishies, não tem data de validade.
O Pro-Coral Cure da Tropic Marin também não traz data de validade. A degradação do iodo está frequentemente associada à intensidade da luz. Guarde esse produto no escuro.
Álcoois etílico e metílico
Os álcoois etílico e metílico são tóxicos para invertebrados, dependendo, naturalmente, da dose. Em diversos artigos, o especialista em copépodes Arthur Humes menciona o uso de álcool etílico a 95% para preparar uma solução de álcool a 5% em água do mar. Ele deixou vários corais imersos nessa solução por períodos que variaram de várias horas até uma noite inteira e constatou que copépodes endoparasitas abandonavam seus hospedeiros. Testei o procedimento e confirmei a observação, mas ele também matou o coral hospedeiro.
Tratamentos no aquário contra “red bugs” e “black bugs”
Os tratamentos realizados dentro do aquário se enquadram em duas categorias gerais: biológicos e químicos. Pessoalmente, eu preferiria um meio natural de controlar os parasitas de corais; entretanto, há vários problemas associados a essa abordagem. Acredito que isso se deva à falta de sucesso que tive ao longo dos anos ao selecionar peixes, caranguejos, nudibrânquios e outros animais para eliminar algum tipo de praga.
Os controles biológicos estão sujeitos às escolhas e ao comportamento individual dos predadores de parasitas. Aquaristas experientes sabem que indivíduos de uma mesma espécie de peixe podem ter personalidades e comportamentos próprios. Por exemplo, alguns peixes- borboleta Copperband destroem colônias de Aiptasia, enquanto outros podem demonstrar pouco ou nenhum interesse em comer essas anêmonas. Outros peixes podem ter exigências alimentares específicas, e eliminar parasitas por predação pode levar à morte do peixe predador por inanição. Como vimos, muitos parasitas de corais residem no interior dos tecidos; removê- los biologicamente com sucesso poderia exigir uma perda substancial de tecido do coral — um caso em que a cura do parasitismo seria obtida à custa da perda do hospedeiro. Ainda assim, minhas experiências não serão necessariamente iguais às suas. Desejo boa sorte nessa tentativa.
Tratamentos químicos
Oxima de milbemicina (Interceptor™)
- Fabricante: Novartis AG.
- Protocolo de tratamento desenvolvido por: Dustin Dorton.
- Observações: armazenar a oxima de milbemicina à temperatura ambiente.
Interceptor é um medicamento comercializado para tratar sarna canina, vermes oculares, lombrigas, ancilostomídeos, tricuros e dirofilárias em cães; verificou-se que é eficaz contra pelo menos alguns táxons de copépodes parasitas.
Segundo Dorton, um comprimido de Interceptor™ (destinado a cães de grande porte, com peso de 51 a 100 libras) pesa um grama e contém 23 mg de oxima de milbemicina. Um comprimido é triturado até virar pó; 25 mg desse material são adicionados a um pequeno recipiente com água do aquário e misturados (pode ser necessário mexer bastante). Essa água, contendo 25 mg do comprimido, é suficiente para tratar 10 galões de volume real de água do aquário. Em outras palavras, segundo Dorton, um comprimido contendo 23 mg de oxima de milbemicina trata 380
galões (400 galões, segundo meu cálculo). Uma escola ou universidade, laboratório ou estação de tratamento de água ou esgoto de maior porte da região pode dispor de uma balança analítica e talvez realizar a pesagem para você.*
- Retire do aquário todos os camarões e caranguejos. Remova a filtragem mecânica e o carvão ativado. Desligue os esterilizadores UV e os skimmers de proteínas (mas a água deve continuar circulando por esses equipamentos para que o volume de água contido neles também receba o medicamento).
- Adicione ao aquário uma quantidade suficiente do medicamento. Deixe o tratamento agir por seis horas e faça uma troca de água de 25%. Retome o uso do carvão, do skimmer etc.
- Repita o procedimento sete dias depois e novamente após 14 dias.
* A dosagem aparentemente não é tão crítica quanto Dorton sugeriu, pois o tempo demonstrou que concentrações mais altas — cinco vezes ou mais a dose recomendada por Dorton — causam pouco ou nenhum dano aos corais.
Oxima de milbemicina e lufenuron (Sentinel™)
- Fabricante: Novartis AG.
- Além da milbemicina, este produto também contém lufenuron para controle de pulgas.
Lufenuron (Program™)
- Fabricante: Novartis AG.
- Não é recomendado para uso no tratamento de corais.
Ivermectina (Stromectol™, Ivomec™, HeartGard™, Iverhart Plus™, Tri- Heart Plus™ e Acarexx™)
A ivermectina é usada contra piolhos, ácaros e ácaros de ouvido; também é um anti-helmíntico (eficaz contra lombrigas, vermes do coração e vermes pulmonares) em bovinos e suínos. Também é prescrita para seres humanos no tratamento da filariose de Bancroft e da sarna.
Wright (2009) sugere o seguinte protocolo: dissolver Ivomec (solução a 1%) em propilenoglicol (um álcool). Dosar a 0,75 mg/L por galão (volume real). O artigo de Wright usou 34 mg em 45 galões.
- Desligue o skimmer de proteínas, o esterilizador UV e os filtros canister; disperse a solução de Ivomec em um fluxo forte de água dentro do aquário. Após 12 horas, filtre a água com carvão ativado novo e retome o uso do skimmer e da esterilização UV. Repita esse tratamento a cada duas semanas, totalizando três aplicações.
O autor (Wright) alerta que esse tratamento pode prejudicar artrópodes, moluscos, crustáceos, outros invertebrados (suponho que ele não esteja se referindo a corais além do exemplar de Acropora mencionado no artigo) e peixes-anjo.
MelaFix Marine
- Fabricante: Aquarium Pharmaceuticals.
- Consulte os detalhes acima. A API recomenda esse produto para tratamento do aquário inteiro, mas essas alegações não foram avaliadas por este autor.
Identificação
A seguir, uma lista de espécies parasitas e sua identificação:
Ordem: Harpacticoida Família: Peltidiidae Gênero: Alteuthellopsis
Família: Tegastidae Gêneros: Parategastes, Tegastes
Como regra geral, os “bugs” da ordem Harpacticoida são menores que os copépodes da família Xarifiidae, atingindo no máximo cerca de 0,5 mm de comprimento. Em geral, são considerados endoparasitas e acredita-se que vivam principalmente na cavidade gastrovascular dos pólipos de coral.
Ordem Harpacticoida · Família Peltidiidae · Gênero Alteuthellopsis
Alteuthellopsis corallina
- Hospedeiros: Acropora exigua, Astreopora sp., Goniastrea retiformis, Merulina ampliata, Montipora verilli, Platygyra daedala, Platygyra sp. e Pocillopora damicornis.
- Tamanho máximo registrado (fêmea): 0,63 mm.
- Tamanho máximo registrado (macho): 0,57 mm.
- Coloração: cinza ligeiramente opaco, olho vermelho, sacos ovígeros cinza-acastanhados escuros.
- Localidade: atol de Eniwetok, Ilhas Marshall; Ilha Lizard, Grande Barreira de Corais (GBR).
- Referência: Humes, 1981.
Ordem Harpacticoida · Família Tegastidae · Gêneros Parategastes e Tegastes
Nomes comuns: red bugs, black bugs.
Os “red bugs” são o pesadelo de quem mantém Acropora, e é crença popular entre aquaristas que eles sejam os únicos parasitas de corais SPS. O “terrível” Tegastes acroporanus foi formalmente descrito a partir de apenas uma espécie de Acropora.
Os copépodes da família Tegastidae (Crustacea, Copepoda, Harpacticoida) caracterizam-se por um corpo comprimido lateralmente, semelhante ao dos anfípodes, uma região genital masculina modificada e náuplios que possuem uma mandíbula em forma de garra (Lang, 1948; Ivanenko et al., 2008). Cerca de 60 espécies pertencentes a seis gêneros foram descritas, embora as espécies listadas como parasitas de corais sejam poucas em relação ao número de espécies de Xarifiidae conhecidas por infestar corais. Como regra prática, os copépodes Tegastidae são muito menores que os copépodes Xarifiidae.
Com exceção da espécie de águas profundas Smacigastes micheli (Ivanenko & Defaye, 2004), todas as espécies de Tegastidae foram encontradas em habitats rasos, associadas a algas, briozoários e/ou cnidários. Nem todas são parasitas de animais. Por exemplo, Tegastes nanus é encontrado associado à alga vermelha Ceramium e às algas pardas dos gêneros Fucus e Laminaria. Tegastes falcatus alimenta-se de ciliados suctórios encontrados no briozoário Flustra foliacea, enquanto T. longimanus ocorre em costões rochosos abrigados e lagos salgados. T. acroporanus é um parasita conhecido de pelo menos um coral: a espécie pacífica Acropora florida.
Tegastes acroporanus
- Hospedeiro: Acropora florida.
- Tamanho máximo registrado (fêmea): ?
- Tamanho máximo registrado (macho): ?
- Coloração: vermelha, segundo relatos de aquaristas.
- Localidade: atol de Eniwetok, Ilhas Marshall.
- Referência: Humes, 1981.
Tegastes gemmeus
- Hospedeiros: Cyphastrea celina e Pocillopora capitata (listada como P. verrucosa).
- Tamanho máximo registrado (fêmea): 0,43 mm.
- Tamanho máximo registrado (macho): 0,41 mm.
- Coloração: cinza, com olho vermelho.
- Localidade: Oahu, Havaí.
- Referência: Humes, 1984.
Tegastes georgei
- Hospedeiros: Stylophora sp. e Pocillopora sp.
- Tamanho máximo registrado (fêmea): ?
- Tamanho máximo registrado (macho): ?
- Coloração: ?
- Localidade: Golfo de Eliat, Mar Vermelho.
- Referência: Humes, 1984.
Tegastes paulipes
- Hospedeiro: Pocillopora verrucosa.
- Tamanho máximo registrado (fêmea): 0,42 mm.
- Tamanho máximo registrado (macho): 0,42 mm.
- Coloração: bege-claro a cinza, com áreas âmbar mais escuras, olho vermelho e sacos ovígeros cinza.
- Localidade: Ilhas Molucas.
- Referência: Humes, 1984.
Parategastes conexus
- Hospedeiro: Stereonephthya ulicoides.
- Tamanho máximo registrado (fêmea): 0,41 mm.
- Tamanho máximo registrado (macho): 0,43 mm.
- Coloração: bege acinzentado pálido e opaco, olho vermelho, região genital vermelho-viva e sacos ovígeros cinza.
- Localidade: Ilhas Molucas.
- Referência: Humes, 1984.
Ordem Siphonostomatoida · Família Asterocheridae · Gêneros Acontiophorus e Stockmyzon
Há poucas informações sobre esses copépodes em comparação com alguns outros gêneros. Esses “bugs” parecem estar restritos ao Atlântico e ao Mediterrâneo, não havendo relatos no Pacífico.
Acontiophorus scutatus
- Hospedeiro: Asterocheres astroidicola.
- Referência: Humes e Ho, 1968a.
Stockmyzon mucronipes
- Hospedeiro: Astroides calycularis.
- Tamanho máximo registrado (fêmea): 1,42 mm.
- Tamanho máximo registrado (macho): 1,08 mm.
- Coloração: translúcido, olho vermelho e sacos ovígeros cinza.
- Localidade: Madagascar.
- Referência: Humes e Ho, 1968a.
Conclusões
Nem todos os copépodes associados aos corais escleractínios são prejudiciais. Contudo, nossa falta de conhecimento nos leva a supor que corais cobertos por copépodes estejam em perigo.
Existem centenas, talvez milhares, de parasitas de corais. Parece haver parasitas especialistas que vivem dentro ou sobre espécies específicas de corais, enquanto outros são generalistas e podem infestar e alimentar-se de diversas espécies. Embora existam indícios, entre aquaristas, de que os “bugs” possam adotar uma nova espécie de coral como hospedeira se o hospedeiro original morrer, serão necessários anos de pesquisa para estabelecer como esses parasitas se comportam em ambientes artificiais.
Não é incomum que aquaristas mantenham juntos corais do Atlântico (chicotes-do-mar, leques- do-mar, Manicina etc.) e espécies de corais do Pacífico. Não sabemos como os parasitas de diferentes localidades interagem com hospedeiros potenciais de outras regiões.
Copépodes parasitas podem introduzir patógenos bacterianos.
Muitos parasitas são internos e não são facilmente percebidos; endoparasitas que vivem nas cavidades gastrovasculares permanecem ocultos. Stock (1988) discute a facilidade com que endoparasitas do Pacífico podem ser removidos dos tecidos de seus corais hospedeiros. Parasitas internos de corais do Atlântico/Caribe são mais difíceis de remover que os encontrados em seus equivalentes do Pacífico. De fato, esse pesquisador afirma que parasitas da família Corallovexia (e talvez Corallonoxia) só se tornaram visíveis depois que os tecidos do hospedeiro foram dissolvidos quimicamente. Isso significa que os protocolos atuais de tratamento são incapazes de eliminar os copépodes parasitas dos tecidos do hospedeiro? Sem documentação adicional, a pergunta permanece sem resposta.
Alguns copépodes parasitas consomem tecidos do coral, incluindo zooxantelas simbióticas, que são então incorporadas ao corpo do parasita. Presumivelmente, o parasita estabelece uma relação simbiótica com Symbiodinium sp. Assim, alguns parasitas não apenas consomem os tecidos dos corais, como também privam os corais dos benefícios de seus simbiontes algais. Grandes quantidades de parasitas externos também podem sombrear as zooxantelas e causar perda da reciclagem benéfica de nutrientes.
O número de “bugs” em um coral é apenas parte da equação. É importante considerar o grau de trauma causado pelo parasita, comparando a quantidade de dano com a quantidade de tecido. Dividir os corais simplesmente em categorias de “pólipos grandes” e “pólipos pequenos” pode ser insuficiente para estimar o impacto potencial dos parasitas. No caso dos corais SPS, o aquarista deve considerar a porosidade do esqueleto. Esqueletos perfurados são porosos; os não perfurados não possuem esses canais, que frequentemente contêm tecidos vivos e moles do coral. Por exemplo, corais dos gêneros Montipora e Porites geralmente são muito porosos, e danos superficiais aos tecidos têm menor probabilidade de se transformar em um problema de saúde. Por outro lado, alguns corais — como Pocillopora meandrina — têm esqueletos duros como rocha e não porosos; danos à camada muito fina de tecido mole que recobre o esqueleto podem ter impacto bem maior do que a mesma quantidade de dano em um coral poroso. Em geral, as espécies de Acropora são descritas como tendo esqueletos não perfurados. No entanto, aquaristas com muita experiência na fragmentação de Acropora observaram canais de tecido vivo dentro do esqueleto. Portanto, as Acropora não se encaixam em uma classificação simples e devem ser avaliadas caso a caso. Isso pode explicar por que os “bugs” não costumam ser um problema tão grande nos corais moles.
Tratamentos químicos específicos podem não ser uma solução universal para parasitas de corais. Há evidências de que um tratamento prescrito elimina alguns “bugs”, mas apenas irrita outros.
Existem muitas fotografias de ectoparasitas dos gêneros Tegastes, Parategastes e outros. Apesar do grande número de copépodes Xarifiidae parasitas, aquaristas não forneceram fotografias desses “bugs”. Isso sugere que os endoparasitas — embora maiores e representados por mais espécies — não sejam abundantes nas espécies de corais importantes para o aquarismo, ou simplesmente tenham passado despercebidos por serem ocultos e/ou difíceis de remover. Recomenda-se manter os métodos atuais de pré-tratamento, embora não saibamos se são eficazes contra copépodes endoparasitas.
Há controles biológicos disponíveis para alguns copépodes, mas às vezes os resultados são incertos.
Na ausência do hospedeiro, alguns copépodes (especificamente o “bug” Tegastes(?) mostrado na Figura 7) sobrevivem por apenas alguns dias — cerca de 48 horas, com base em observações limitadas.
Aquaristas que utilizam medicamentos diretamente no aquário devem esperar perdas de organismos. Isso pode decorrer da sensibilidade dos organismos à toxicidade da substância química ou talvez de efeitos secundários. Até onde sei, ninguém investigou a resposta das bactérias nitrificantes aos medicamentos mencionados neste artigo. As populações de bactérias nitrificantes geralmente são mais facilmente perturbadas do que as bactérias que utilizam compostos de carbono.
Este artigo é apenas uma pequena ferramenta para ajudar aquaristas experientes a responder a muitas perguntas. Recomenda-se fotografar e documentar os organismos observados durante surtos parasitários e comparar observações sobre os fatores ambientais que possam favorecer explosões populacionais dos parasitas.
Por enquanto, a prevenção de infestações no aquário depende de dois procedimentos simples: tratar para remover os parasitas existentes e, em seguida, manter o coral em quarentena para evitar a introdução de massas de ovos ou adultos que tenham sobrevivido. Depois que os corais entram no aquário de exposição, o tratamento e o controle das infestações tornam-se muito mais complexos. Os medicamentos são apenas um paliativo para os fatores ambientais que favorecem explosões populacionais, e não está claro se os protocolos de tratamento atuais são eficazes contra todos os gêneros parasitas. Pesquisas sobre controles biológicos são incentivadas, mas os aquaristas devem aceitar que não há garantia de erradicação dos parasitas nem de sobrevivência do predador a longo prazo.
Na próxima edição, examinaremos copépodes parasitas encontrados em corais moles, gorgônias e amêijoas do gênero Tridacna.
Tabela: Copépodes parasitas listados por coral hospedeiro
O tamanho indicado para os copépodes é uma média. Consulte a Tabela 3 para a listagem por parasita.
| Coral hospedeiro | Copépode parasita | Tamanho / coloração | Referência |
|---|---|---|---|
| Acrhelia horrescens | Xarifia plectrata | 1mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Acrhelia horrescens | Anchimolgus abbreviatus | Humes, 1991 | |
| Acrhelia horrescens | Anchimolgus tenuipes | Humes, 1991 | |
| Acropora abrotanoides | Xarifia anomala | 1.25mm | Humes, 1985 |
| Acropora abrotanoides | Xarifia breviramea | 1.74mm | Humes, 1985 |
| Acropora abrotanoides | Xarifia sabiuraensis | 1.6mm | Humes, 1985 |
| Acropora abrotanoides | Xarifia trituberata | 1.6mm | Humes, 1985 |
| Acropora convexa | Xarifia anomala | 1.25mm | Humes, 1985 |
| Acropora convexa | Xarifia sabiuraensis | 1.6mm | Humes, 1985 |
| Acropora convexa | Scyphuliger longicaudus | Kim, 2003 | |
| Acropora ‘corymbosa’ group | Xarifia anomala | 1.25mm | Humes, 1985 |
| Acropora ‘corymbosa’ group | Xarifia breviramea | 1.74mm | Humes, 1985 |
| Acropora ‘corymbosa’ group | Xarifia gerlachi | ~2mm | Humes, 1985 |
| Acropora ‘corymbosa’ group | Xarifia infrequens | 1.5mm | Humes, 1985 |
| Acropora ‘corymbosa’ | Xarifia linearis | 1.4mm | Nair, 1983 |
| Acropora ‘corymbosa’ group | Xarifia trituberata | 1.6mm | Humes, 1985 |
| Acropora ‘corymbosa’ group | Xarifia tumorisa | 1.3mm | Humes, 1985 |
| Acropora ‘corymbosa’ group | Xarifia ablusa | 1mm | Humes, 1985 |
| Acropora corymbosa | Scyphuliger pilosus | Kim, 2003 | |
| Acropora corymbosa | Scyphuliger pennatus | Kim, 2003 | |
| Acropora cymbicyanthus | Scyphuliger tenuatis | Humes, 1990 | |
| Acropora cytheria | Xarifia gerlachi | ~2mm | Humes, 1985 |
| Acropora cytheria | Xarifia infrequens | 1.5mm | Humes, 1985 |
| Acropora cytheria | Xarifia tenuis | 1.4mm | Humes, 1985 |
| Acropora digitifera (?) | Xarifia ablusa | 1mm | Humes, 1985 |
| Acropora digitifera (?) | Xarifia anomala | 1.25mm | Humes, 1985 |
| Acropora digitifera (?) | Xarifia breviramea | 1.74mm | Humes, 1985 |
| Acropora digitifera (?) | Xarifia gerlachi | ~2mm | Humes, 1985 |
| Acropora digitifera (?) | Xarifia infrequens | 1.5mm | Humes, 1985 |
| Acropora digitifera (?) | Xarifia linearis | 1.4mm | Nair, 1983 |
| Acropora digitifera (?) | Xarifia trituberata | 1.6mm | Humes, 1985 |
| Acropora digitifera (?) | Xarifia tumorisa | 1.3mm | Humes, 1985 |
| Acropora elseyi | Xarifia ablusa | 1mm | Humes, 1985 |
| Acropora elseyi | Xarifia fastigata | 1.5mm | Humes, 1985 |
| Acropora elseyi | Xarifia tumorisa | 1.3mm | Humes, 1985 |
| Acropora exigua | Alteuthellopsis corallina | Humes, 1981b | |
| Acropora exigua | Xarifia breviramea 1.74mm | ||
| Humes, 1985 | |||
| Acropora exigua | Ecphysarion lobophorum | Humes and Ho, | 1968 |
| Acropora exilis | Scyphuliger latus | Kim, 2003 | |
| Acropora exilis | Scyphuliger aristoides | Humes, 1993 | |
| Acropora exilis | Scyphuliger paucisurculus | Kim, 2003 | |
| Acropora florida | Ecphysarion lobophorum | Humes & Stock, | 1973 |
| Acropora florida | Tegastes acroporanus | Humes, 1981 | |
| Acropora florida | Xarifia anomala 1.25mm | Humes, 1985 | |
| Acropora florida | Xarifia breviramea 1.74mm | Humes, 1985 | |
| Acropora florida | Xarifia gerlachi ~2mm | Humes, 1985 | |
| Acropora florida | Xarifia pectinea 1mm; cinza, | com olho vermelho Humes, | 1985 |
| Acropora florida | Xarifia sabiuraensis 1.6mm | Humes, 1985 | |
| Acropora florida | Xarifia trituberata 1.6mm | Humes, 1985 | |
| Acropora florida | Xarifia tumorisa 1.3mm | Humes, 1985 | |
| Acropora formosa | Xarifia basilica >3mm; | cinza-acastanhado opaco, olho vermelho Humes, | 1985 |
| Acropora formosa | Xarifia bullifera 1.35mm; | cinza opaco, olho vermelho Humes, | 1985 |
| Acropora formosa | Xarifia infrequens 1.5mm | Humes, 1985 | |
| Acropora formosa | Xarifia tumorisa 1.3mm | Humes, 1985 | |
| Acropora gemmifera | Xarifia species | Humes, 1985 | |
| Acropora gravida | Xarifia anomala | Humes, 1994 | |
| Acropora gravida | Xarifia breviramea | Humes, 1994 | |
| Acropora gravida | Xarifia gerlachi | Humes, 1994 | |
| Acropora gravida | Xarifia pectinea | Humes, 1994 | |
| Acropora gravida | Xarifia sabiuraensis | Humes, 1994 | |
| Acropora gravida | Xarifia trituberata | Humes, 1994 | |
| Acropora gravida | Xarifia tumorisa | Humes, 1994 | |
| Acropora hebes | Xarifia indica | 1.5mm | Nair, 1983 |
| Acropora hebes | Xarifia laccadivensis | 1.6mm | Nair, 1983 |
| Acropora hebes | Xarifia robusta | 1.7mm | Nair, 1983 |
| Acropora humilis | Xarifia ablusa | 1mm | Humes, 1985 |
| Acropora humilis | Xarifia anomala | 1.25mm | Humes, 1985 |
| Acropora humilis | Xarifia breviramea | 1.74mm | Humes, 1985 |
| Acropora humilis | Xarifia gerlachi | ~2mm | Humes, 1985 |
| Acropora humilis | Xarifia infrequens | 1.5mm | Humes, 1985 |
| Acropora humilis | Xarifia linearis | 1.4mm | Nair, 1983 |
| Acropora humilis | Xarifia longicauda | 1.4mm | Nair, 1983 |
| Acropora humilis | Xarifia pectinea | 1mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Acropora humilis | Xarifia trituberata | 1.6mm | Humes, 1985 |
| Acropora humilis | Xarifia tumorisa | 1.3mm | Humes, 1985 |
| Acropora hyacinthus | Xarifia anomala | 1.25mm | Humes, 1985 |
| Acropora hyacinthus | Xarifia basilica | >3mm; cinza-acastanhado opaco, olho | vermelho Humes, 1985 |
| Acropora hyacinthus | Xarifia breviramea | 1.74mm | Humes, 1985 |
| Acropora hyacinthus | Xarifia gerlachi | ~2mm | Humes, 1985 |
| Acropora hyacinthus | Xarifia infrequens | 1.5mm | Humes, 1985 |
| Acropora hyacinthus | Xarifia pectinea | 1mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Acropora hyacinthus | Xarifia sabiuraensis | 1.6mm | Humes, 1985 |
| Acropora hyacinthus | Xarifia trituberata | 1.6mm | Humes, 1985 |
| Acropora hyacinthus | Xarifia tumorisa | 1.3mm | Humes, 1985 |
| Acropora hyacinthus | Scyphuliger concavipes | Humes, 1991 | |
| Acropora hyacinthus | Scyphuliger manifestus | Humes, 1991 | |
| Acropora hyacinthus | Scyphuliger eumorphus | Humes, 1993 | |
| Acropora intermeda | Xarifia anomala | 1.25mm | |
| Humes, 1985 | |||
| Acropora intermeda | Xarifia breviramea | 1.74mm | Humes, 1985 |
| Acropora intermedia | Xarifia pectinea | 1mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Acropora intermedia | Xarifia sabiuraensis | 1.6mm | Humes, 1985 |
| Acropora intermedia | Xarifia trituberata | 1.6mm | Humes, 1985 |
| Acropora intermedia | Xarifia tumorisa | 1.3mm | Humes, 1985 |
| Acropora intermedia | Scyphuliger karangmiensis | Kim, 2007 | |
| Acropora millepora | Xarifia breviramea | 1.74mm | Humes, 1985 |
| Acropora palifera | Xarifia anomala | 1.25mm | Humes, 1985 |
| Acropora palifera | Xarifia exuta | 2.5mm | Humes, 1985 |
| Acropora palifera | Xarifia guttulifera | 2.4mm | Humes, 1985 |
| Acropora palifera | Xarifia mucronata | 2.4mm | Humes, 1985 |
| Acropora palifera | Schedomolgus exciliculus | Humes, 1993 | |
| Acropora palifera | Ecphysarion spinulatum | Humes, 1993 | |
| Acropora palifera | Unicispina latigentalis | Humes, 1993 | |
| Acropora palmata | Corallovexia similis | Stock, 1975 | |
| Herriot & Immerman, | |||
| Acropora palmata | Corallovexia sp. | ||
| 1979 | |||
| Acropora patula | Lipochrus acroporinus | ||
| Acropora patula | Xarifia pectinea | Humes, 1985 | |
| Acropora patula | Xarifia sabiuraensis | 1mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Acropora patula | Xarifia trituberata | 1.6mm | Humes, 1985 |
| Acropora patula | Xarifia tumorisa | 1.6mm | Humes, 1985 |
| Acropora patula | Schedomolgus idanus | 1.3mm | Humes, 1985 |
| Acropora pectinata | Xarifia sp. | Misaki, 1978 | |
| Acropora pectinata | Xarifia sp. | Misaki, 1978 | |
| Acropora rambleri | Lipochrus species | Humes, 1993 | |
| Acropora rambleri | Xarifia ablusa | Humes, 1985 | |
| Acropora rambleri | Xarifia breviramea | 1mm | Humes, 1985 |
| Acropora rambleri | Xarifia pectinea | 1.74mm | Humes, 1985 |
| Acropora rambleri | Xarifia sabiuraensis | 1mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Acropora rambleri | Xarifia trituberata | 1.6mm | Humes, 1985 |
| Acropora rosaria | Lipochrus acroporinus | 1.6mm | Humes, 1985 |
| Acropora rosaria | Xarifia ablusa | Humes, 1985 | |
| Acropora rosaria | Xarifia fastigata | 1mm | Humes, 1985 |
| Acropora rosaria | Xarifia rosariae | 1.5mm | Humes, 1985 |
| Acropora rosaria | Ecphysarion ampullulum | 1.7mm | Humes, 1985 |
| Acropora rosaria | Lipochrus acroporinus | Humes, 1993 | |
| Acropora sarmentosa | Xarifia pectinea | Humes & Dojiri, 1982 | |
| Acropora sarmentosa | Xarifia tumorisa | 1mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Acropora sp. | Xarifia anomala | 1.3mm | Humes, 1985 |
| Acropora sp. | Xarifia gerlachi | 1.25mm | Humes, 1985 |
| Acropora sp. cf. A. teres | Xarifia gerlachi | ~2mm | Humes, 1985 |
| Acropora squarrosa (millepora) | Xarifia tumorisa | ~2mm | Humes, 1985 |
| Acropora squarrosa (millepora) | Scyphuliger placidus | 1.3mm | Humes, 1985 |
| Acropora squarrosa (millepora) | Scyphuliger humesi | Kim, 2004 | |
| Acropora squarrosa (millepora) | Scyphuliger vicinus | Kim, 2004 | |
| Acropora syringodes | Xarifia species | Humes, 1991 | |
| Acropora valida | Xarifia breviramea | Humes, 1985 | |
| Alveopora catalai | Anchimolgus multidentatus 1.74mm | Humes, 1985 | |
| Alveopora mortensi | Xarifia mediolobata | Kim, 2003 | |
| Alveopora mortensi | Xarifia radians | 2.6mm | |
| Humes, 1985 | |||
| Alveopora mortensi | Odontomolgus mundulus | 2.3mm | Humes, 1985 |
| Alveopora sp. | Xarifia brevicauda | Humes, 1974 | |
| 1.35mm; opaco, vermelho-laranja | |||
| Astreopora sp. | Alteuthellopsis corallina | Humes & Ho, 1968 | |
| intestino, olho vermelho | |||
| Astreocheres astroidicola | Acontiophorus scutatis | Humes, 1981b | |
| Astroides calycularis | Stockmyzon murinipes | ||
| Astroides calycularis | Stockmyzon mucronipes | Bandera and Huys | |
| Bandera & Huys, | |||
| Colpophyllia natans | Corallavexia kristenseni | ||
| 2008 | |||
| Colpophyllia natans | Corallavexia mixtibrachium | Stock, 1975 | |
| Corallovexia | |||
| Colpophyllia natans | Stock, 1975 | ||
| mediobrachium | |||
| Herriot & Immerman, | |||
| Cyphastrea chalcidium | Xarifia villosa | ||
| 1979 | |||
| Cyphastrea ocellina | Tegastes gemmus | 1.2mm | Humes, 1985 |
| Dendrogyra sp. | Corallovexia sp. | Stock, 1975 | |
| Dichocoenia sp. | Corallovexia sp. | Stock, 1975 | |
| Corallovexia | |||
| Diploria clivosa | Humes, 1984 | ||
| mediobrachium | |||
| Herriot & Immerman, | |||
| Cyphastrea sp. | Diallagomolgus sp. | ||
| 1979 | |||
| Diploria labyrinthformis | Corallavexia brevibrachium | Humes, 1994 | |
| Corallavexia | |||
| Diploria strigosa | Stock, 1975 | ||
| mediobrachium | |||
| Echinopora gemmacea | Xarifia dispar | Stock, 1975 | |
| Echinopora horrida | Xarifia echinoporae | 1.5mm | Humes, 1985 |
| Echinopora horrida | Anchimolgus exsertus | 2.3mm | Humes, 1985 |
| Echinopora lamellosa | Xarifia dispar | Humes, 1991 | |
| Echinopora lamellosa | Xarifia echinoporae | 1.5mm | Humes, 1985 |
| Echinopora lamellosa | Anchimolgus tridentatus | 2.3mm | Humes, 1985 |
| Echinopora sp. | Xarifia dispar | Kim, 2003 | |
| Eunicella singularis | Stockmyzon mucronipes | 1.5mm | Humes, 1985 |
| Bandera & Huys, | |||
| Euphyllia glabrescens | Xarifia gracilipes | ||
| 2008 | |||
| Eusmilia fastigata | Corallonoxia baki | ~2mm | Humes, 1985 |
| Favia | Amarda sp. | ||
| Favia favus | Cerioxynus alatus | Stock, 1975 | |
| Favia sp. | Orstomella faviae | Humes, 1994 | |
| Favia sp. | Rakotoa proteus | Humes, 1994 | |
| Favia sp. | Anchimolgus sp. | 2.3mm; vermelho vivo, vermelho-escuro | eye Humes & Ho, 1968 |
| Favia sp. | Andrianellus exsertidens | Humes, 1994 | |
| Favia sp. | Stockia sp. | Humes, 1994 | |
| Favites flexuosa | Xarifia torigera | Humes, 1994 | |
| Favites halicora | Cerioxynus faviticolus | Humes, 1994 | |
| Favites pentagona | Cerioxynus moluccensis | 2.3mm; castanho pálido com olho | vermelho Humes, 1985 |
| Favites pentagona | Rakotoa ceramensis | Humes, 1994 | |
| Favites virens | Cerioxynus bandensis | Humes, 1994 | |
| Fungia concinna | Anchimolgus maximus | Humes, 1979 | |
| Fungia echinata | Xarifia species | Humes, 1994 | |
| Fungia echinata | Anchimolgus latens | Kim, 2003 | |
| Fungia echinata | Anchimolgus pandus | ||
| Humes, 1985 | |||
| Fungia echinata | Schedomolgus tener | Humes, 1978 | |
| Fungia fungites | Schedomolgus dumbensis | Humes, 1978 | |
| Fungia fungites | Odontomolgus scitulus | Humes, 1973 | |
| Fungia paumotensis | Anchimolgus orectus | Kim, 2003 | |
| Fungia paumotensis | Anchimolgus punctilis | Humes, 1973 | |
| Fungia species | Zazaranus fungicolus | Humes, 1978 | |
| Fungia species | Odontomolgus flammeus | Humes, 1978 | |
| Fungia species | Anchimolgus hastatus | Humes, 1985 | |
| Galaxea astreata | Xarifia species | Kim, 2007 | |
| Galaxea fascicularis | Xarifia exserens | Kim, 2007 | |
| Galaxea fascicularis | Anchimolgus compressus | Humes, 1985 | |
| Galaxea fascicularis | Anchimolgus contractus | 2.3mm; cinza opaco, olho vermelho | Humes, 1985 |
| Galaxea fascicularis | Anchimolgus moluccanus | Humes, 1996 | |
| Galaxea fascicularis | Anchimolgus nastuas | Humes, 1979 | |
| Gardineroseris planulata | Anchimolgus angustus | Humes, 1996 | |
| Gardineroseris planulata | Xarifia clavellata | Humes, 1996 | |
| Gardineroseris planulata | Xarifia filata | Humes, 1992 | |
| Gardineroseris planulata | Xarifia rasilis | 0.8mm | Humes, 1985 |
| Gardineroseris planulata | Odontomolgus mucosus | ~1mm; cinza, olho vermelho | Humes, 1985 |
| Gardineroseris planulata | Odontomolgus pumulis | 0.9mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Gardineroseris planulata | Odontomolgus unioviger | Kim, 2006 | |
| Gardineroseris planulata | Anchimolgus eparmatoides | Humes, 1992 | |
| Gardineroseris planulata | Anchimolgus gibberulus | Kim, 2006 | |
| Gardineroseris planulata | Anchimolgus stellus | Humes & Stock, 1972 | |
| Goniastrea retiformis | Alteuthellopsis corallina | Humes, 1992 | |
| Goniastrea retiformis | Amarda curvus | Humes, 1972 | |
| Goniastrea retiformis | Amarda goniastraea | Humes, 1981b | |
| Goniastrea retiformis | Odontomolgus parvus | Kim, 2007 | |
| Goniopora minor | Wedanus formosanus | Humes, 1995 | |
| Goniopora pedunculata | Xarifia hadra | Kim, 2007 | |
| Goniopora pedunculata | Xarifia scutipes | Cheng et al., 2008 | |
| Goniopora species | Xarifia resex | 1.7mm | Humes, 1985 |
| Goniopora species | Anchimolgus conformatus | 2mm | Humes, 1985 |
| Goniopora species | Anchimolgus mimeticus | 1.4mm | Humes, 1985 |
| Goniopora species | Odontomolgus campulus | Humes & Stock, 1973 | |
| Goniopora stokesi | Anchimolgus brevarius | Humes, 1995 | |
| Goniopora stokesi | Anchimolgus gigas | Humes, 1995 | |
| Goniopora tenuidens | Xarifia hadra | Humes, 1995 | |
| Goniopora tenuidens | Xarifia resex | Humes & Stock, 1995 | |
| Goniopora tenuidens | Xarifia scutipes | 1.7mm | Humes, 1985 |
| Goniopora tenuidens | Wedanus inconstans | 1.4mm | Humes, 1985 |
| Gyrosmilia interrupta | Xarifia apertipes | 2mm | Humes, 1985 |
| Halomitra pileus | Odontomolgus fultus | Humes, 1978 | |
| Heliofungia actiniformis | Odontomolgus decens | Humes, 1985 | |
| Hydnophora exesa | Xarifia comptula | Humes & Stock, 1972 | |
| Humes and Stock, | |||
| Hydnophora exesa | Xarifia curtata | ||
| 1972 | |||
| Hydnophora exesa | Panjakus hydnophorae | 2.5mm | Humes, 1985 |
| Hydnophora microconus | Panjakus iratus | Up to 3.5mm | Humes & Ho, 1968 |
| Humes and Stock, | |||
| Hydnophora microconus | Panjakus saccipes | ||
| 1973 | |||
| Hydnophora microconus | Anchimolgus paragensis | Kim, 2005 | |
| Hydnophora rigida | Panjakus eumeces | Humes, 1991 | |
| Hydnophora sp. | Humesiella corallicola | Kim, 2007 | |
| Hydnophora sp. | Panjakus sp. | Kim, 2005 | |
| Sebastian & Pillai, | |||
| Hydnophora sp. | Panjakus hydnophorae | 1.5mm | |
| 1973 | |||
| Hydnophora tenella | Panjakus hydnophorae | Humes, 1994 | |
| Humes and Stock, | |||
| Leptoria phrygia | Xarifia species | ||
| 1973 | |||
| Humes and Stock, | |||
| Leptoria tenuis | Panjakus directus | ||
| 1973 | |||
| Leptoria tenuis | Panjakus necopinus | Humes, 1985 | |
| Lobophyllia corymbosa | Orstomella lobophylliae | Humes, 1995 | |
| Lobophyllia costata | Orstomella lobophylliae | Humes, 1995 | |
| Manicina areolata | Corallavexia longibrachium | 1.4mm; vermelho vivo, vermelho-escuro | eye Humes & Ho, 1968 |
| Meandrina meandrites | Corallovexia sp. | 1.4mm; vermelho vivo, vermelho-escuro | eye Humes & Ho, 1968 |
| Meandrina meandrites | Corallonoxia baki | Stock, 1975 | |
| Herriot & Immerman, | |||
| Merulina ampliata | Alteuthellopsis corallina | ||
| 1979 | |||
| Merulina ampliata | Amardopsis merulinae | Stock, 1975 | |
| Merulina ampliata | Xarifia species | Humes, 1981b | |
| Merulina ampliata | Odontomolgus bulbalis | Humes 1994 | |
| Montastrea brasiliana | Corallavexia ventrospina | Humes, 1985 | |
| Corallavexia dorsospinosa | |||
| Montastrea cavernosa | Humes. 1991 | ||
| minor | |||
| Montastrea cavernosa | Corallavexia dorsospinosa | Stock, 1975 | |
| Montastrea cavernosa | Corallovexia sp. | Stock, 1975 | |
| Montastrea curta | Cerioxynus montastreae | Stock, 1975 | |
| Herriot & Immerman, | |||
| Montipora caliculata | Haplomolgus incolumis | ||
| 1979 | |||
| Montipora composita | Xarifia anopla | Humes, 1994 | |
| Montipora composita | Xarifia heteromeles | Humes, 1991 | |
| Montipora compressa | Odontomolgus forhani | Humes, 1985 | |
| Montipora foliosa | Xarifia species | ~1mm | Humes, 1985 |
| Xarifia pectinea (only 1 | |||
| Montipora ramosa | Humes & Stock, 1972 | ||
| found) | |||
| Montipora ramosa | Xarifia temnura | Humes, 1985 | |
| Montipora sinensis | Xarifia temnura | 1mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| 1.5mm; opaco, intestino castanho-avermelhado, | |||
| Montipora sp. | Xarifia anopla | Humes & Ho, 1968 | |
| olho vermelho | |||
| 1.5mm; opaco, intestino castanho-avermelhado, | |||
| Montipora sp. | Xarifia extensa | Humes & Ho, 1968 | |
| olho vermelho | |||
| Montipora sp. | Xarifia species | Humes, 1985 | |
| Montipora stellata | Xarifia species | 2.5mm | Humes, 1985 |
| Montipora undata | Xarifia anopla | Humes, 1985 | |
| Montipora undata | Xarifia heteromeles | Humes, 1985 | |
| Montipora undata | Xarifia syntoma | Humes, 1985 | |
| Montipora undata | Haplomolgus subdeficiens | ~1mm | Humes, 1985 |
| Montipora undata | Xarifia temnura | 0.8mm | Humes, 1985 |
| Montipora verilli | Alteuthellopsis corallina | Humes, 1978 | |
| 1.5mm; opaco, intestino castanho-avermelhado, | |||
| Montipora verrucosa | Tegastes gemmeus | Humes & Ho, 1968 | |
| olho vermelho | |||
| Montipora verrucosa | Xarifia apertipes | Humes, 1984 | |
| Mussusmillia hispida | Harpacticoida | Nogueira, 2003 | |
| Mycetophyllia lamarckiana | Corallovexia sp. | Humes, 1984 | |
| Mycetophyllia lamarckiana | Corallovexia sp. #2 | Humes, 1985 | |
| Herriot & Immerman, | |||
| Oulophyllia crispa | Cerioxynus oulophillia | ||
| 1979 | |||
| Herriot & Immerman, | |||
| Oxypora sp. | Xarifia species | ||
| 1979 | |||
| Pachyseris rugosa | Xarifia acicularis | Humes, 1994 | |
| Pachyseris speciosa | Xarifia exigua | Humes, 1985 | |
| Pachyseris speciosa | Xarifia laminellispinosa | cinza, olho vermelho | Humes, 1985 |
| Parahalometra robusta | Xarifia species | 0.8mm; castanho-claro pálido, olho | vermelho Humes & Ho, 1968 |
| Parahalometra robusta | Anchimolgus convexus | 1.9mm | Humes & Ho, 1968 |
| Pavona angularis | Odontomolgus actinophorus | Humes, 1985 | |
| Pavona angulata | Xarifia longipes | Humes, 1978 | |
| Humes and Stock, | |||
| Pavona angulata | Odontomolgus actinophorus | ||
| 1973 | |||
| Pavona cactus | Xarifia finitima | 1.5mm | Humes, 1985 |
| Humes and Stock, | |||
| Pavona cactus | Odontomolgus actinophorus | ||
| 1973 | |||
| Pavona danai | Odontomolgus actinophorus 1mm; | cinza, olho vermelho | Humes, 1985 |
| Humes and Stock, | |||
| Pavona danai | Odontomolgus pavonus | ||
| 1973 | |||
| Humes and Stock, | |||
| Pavona danai | Anchimolgus gracilipes | ||
| 1973 | |||
| Pavona sp. | Xarifia diminuta | Kim, 2007 | |
| Pavona varians | Xarifia finitima | Kim, 2007 | |
| Pavona venusta | Odontomolgus actinophorus 1.35mm | Humes, 1985 | |
| Pavona sp. | Odontomolgus rhadinus | Humes & Stock, 1973 | |
| Pectinia lactuca | Mandobius regalis | 1mm; cinza, olho vermelho | Humes, 1985 |
| Humes and Stock, | |||
| Physogyra lichensteini | Xarifia gradata | ||
| 1973 | |||
| Physogyra lichensteini | Xarifia minax | Humes, 1994 | |
| Platygyra astreiformis | Panjakus platygyrae | 1.3mm | Humes, 1985 |
| Platygyra lamellina | Panjakus platygyrae | 1.4mm | Humes, 1985 |
| Platygyra daedala | Panjakus daedala | Humes, 1994 | |
| Humes and Stock, | |||
| Platygyra daedala | Alteuthellopsis corallina | ||
| 1973 | |||
| Humes and Stock, | |||
| Platygyra ryukyuensis | Panjakus fastigatus | ||
| 1973 | |||
| Platygyra ryukyuensis | Panjakus parvipes | Humes, 1981b | |
| Platygyra ryukyuensis | Andrianellus papillipes | Kim, 2005 | |
| Platygyra sinensis | Xarifia species | Kim, 2005 | |
| Platygyra sp. | Alteuthellopsis corallina | Kim, 2007 | |
| Platygyra sp. | Xarifia dispar | Humes, 1985 | |
| Platygyra sp. | Panjakus sp. | Humes, 1981b | |
| Platygyra daedala | Andrianellus exsertidens | 1.5mm | Humes, 1985 |
| Plerogyra sp. | Gelastomolgus | Humes & Stock, 1973 | |
| Pocillopora damicornis | Alteuthellopsis corallina | Humes, 1994 | |
| Pocillopora damicornis | Xarifia fimbriata | Humes, 1994 | |
| Pocillopora damicornis | Xarifia fissilis | ||
| Humes, 1981b | |||
| Pocillopora damicornis | Xarifia jugalis | ~1.5mm | Humes, 1985 |
| Pocillopora damicornis | Xarifia obesa | ~2mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Pocillopora damicornis | Xarifia quinaria | 1.4mm; cinza, com olho vermelho | Cheng et al., 2007 |
| Pocillopora damicornis | Xarifia sectilis | 1.4mm | Humes, 1985 |
| Pocillopora damicornis | Xarifia serrata | Humes, 1994 | |
| Pocillopora damicornis | Anchimolgus partenuides | 1.7mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Pocillopora damicornis var. | |||
| Xarifia fimbriata 1.3mm | Humes, 1985 | ||
| caespitosa | |||
| Pocillopora damicornis var. | |||
| Xarifia imparilis | Kim, 2007 | ||
| caespitosa | |||
| Pocillopora damicornis var. | |||
| Xarifia jugalis ~1.5mm | Humes, 1985 | ||
| caespitosa | |||
| Pocillopora damicornis var. | |||
| Xarifia quinaria 1.5mm; | cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 | |
| caespitosa | |||
| Pocillopora danae | Xarifia obesa | 1.4mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Pocillopora eydouxi | Xarifia comata | 1.3mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Pocillopora eydouxi | Xarifia fimbriata | ~1.5mm; cinza a bege com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Pocillopora eydouxi | Xarifia imparilis | ~1.2mm | Humes, 1985 |
| Pocillopora eydouxi | Xarifia jugalis | ~1.5mm | Humes, 1985 |
| Pocillopora eydouxi | Xarifia maldivensis | 1.5mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Pocillopora eydouxi | Xarifia obesa | 1.4mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Pocillopora eydouxi | Xarifia sectilis | 1.4mm | Humes, 1985 |
| Pocillopora ligulata | Xarifia tenta | ~1.5mm; cinza a bege com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Pocillopora sp. | Tegastes georgei | 1.7mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Pocillopora sp. | Xarifia fimbriata | 1mm; cinza a bege com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Pocillopora sp. | Xarifia maldivensis | Humes, 1981 | |
| Pocillopora sp. | Xarifia obesa | ~1.5mm | Humes, 1985 |
| Pocillopora sp. | Xarifia serrata | 1.4mm | Humes, 1985 |
| Pocillopora sp. cf. verrucosa | Xarifia comata | ~1.5mm; cinza a bege com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Pocillopora sp. cf. verrucosa | Xarifia obesa | 1.3mm | Humes, 1985 |
| Pocillopora sp. cf. verrucosa | Xarifia serrata | ~1.2mm | Humes, 1985 |
| Pocillopora verrucosa | Tegastes paulipes | ~1.5mm; cinza a bege com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Pocillopora verrucosa | Xarifia comata | 1.3mm | Humes, 1985 |
| Pocillopora verrucosa | Xarifia gibberula | Humes, 1984 | |
| Pocillopora verrucosa | Xarifia imparilis | ~1.2mm | Humes, 1985 |
| Pocillopora verrucosa | Xarifia obesa | 1.3mm cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Pocillopora verrucosa | Xarifia serrata | 1.5mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Pocillopora verrucosa | Xarifia tenta | ~1.5mm; cinza a bege com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Pocillopora verrucosa | Panjakus bidentis | 1.3mm | Humes, 1985 |
| Porites (andrewsi?) | Monomolgus unihastatus | 1mm; cinza a bege com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Porites (nigrescens?) | Monomolgus unihastatus | Kim, 2004 | |
| Humes and Stock, | |||
| Porites latistella | Xarifia longa | ||
| 1973 | |||
| Humes and Stock, | |||
| Porites lobata | Euryte verecunda | ||
| 1973 | |||
| Porites lobata | Hemicyclops regalis | Cheng et al., 2007 | |
| Porites lobata | Monomolgus torulus | Humes, 1992 | |
| Porites lobata | Kombia incrassata | Humes, 1994 | |
| Porites lutea | Orstomella yaliuensis | Humes, 1984 | |
| Porites lutea | Xarifia species | Humes, 1984 | |
| Porites lutea | Kombia curvata | ||
| Chen et al., 2009 | |||
| Porites monticulosa | Kombia imminens | Humes, 1985 | |
| Porites somaliensis | Kombia angulata | Humes & Stock, 1973 | |
| Porites sp. | Kombia avitus | Nair & Pillai, 1986 | |
| Porites nigrescens | Monomolgus baculigeres | Humes, 1979 | |
| Psammocora sp. | Monomolgus psammocorae | Kim, 2007 | |
| Psammocora sp. | Kombia angulata | Humes, 1979 | |
| Humes and Stock, | |||
| Psammocora contigua | Xarifia diminuta | ||
| 1973 | |||
| Psammocora contigua | Xarifia imitans | Humes, 1962 | |
| Psammocora contigua | Odontomolgus actinophorus | 1.35mm | Humes, 1985 |
| Psammocora contigua | Numboa porosa | Humes, 1997 | |
| Psammocora contigua | Odontomolgus rhadinus | 1.1mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Humes and Stock, | |||
| Psammocora digitata | Xarifia formosa | ||
| 1973 | |||
| Psammocora digitata | Xarifia imitans | Humes & Ho, 1967 | |
| Psammocora logianensis | Dumbeana undulatipes | 1.2mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1996 |
| Psammocora logianensis | Emunoa proknta | 1.1mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1996 |
| Psammocora logianensis | Lipochaetes extrusis | Humes, 1996 | |
| Psammocora samoensis | Odontomolgus exilipes | Humes, 1995 | |
| Psammocora samoensis | Odontomolgus geminus | Humes, 1995 | |
| Psammocora sp. | Xarifia diminuta | Kim, 2003 | |
| Psammocora sp. cf. contigua | Xarifia diminuta | Kim, 2003 | |
| Psammocora togianensis | Numboa porosa | Humes, 1997 | |
| Scapophyllia cylindrica | Xarifia simplex | 1.35mm | Humes, 1985 |
| Seriatopora caliendrum | Xarifia reducta | 1.35mm | Humes, 1985 |
| Seriatopora hystrix | Xarifia eminula | 1.8mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Seriatopora hystrix | Xarifia levis | 1.1mm | Humes, 1985 |
| Seriatopora hystrix | Xarifia obesa | cinza opaco, olho vermelho | Humes & Ho, 1968 |
| Seriatopora hystrix | Xarifia reducta | ~1mm; bege com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Seriatopora hystrix | Xarifia umbonata | ~1.5mm; cinza a bege com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Seriatopora hystrix | Xarifia varialabrata | 1.1mm | Humes, 1985 |
| Seriatopora hystrix | Anchiomolgus tenuipes | 1.2mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Seriatopora hystrix | Anchimolgus noumensis | 0.8mm; castanho-claro pálido com | olho vermelho Humes, 1985 |
| Seriatopora octoptera | Xarifia reducta | Kim, 2003 | |
| Seriatopora sp. | Xarifia reducta | Kim, 2003 | |
| Stereonephthya ulicoides | Parategastes conexus | Humes, 1993 | |
| Stylophora mordax | Xarifia decorata | 1.1mm | Humes, 1985 |
| Stylophora mordax | Xarifia lissa | Humes, 1984 | |
| 1.5mm; opaco, intestino castanho-avermelhado, | |||
| Stylophora pistillata | Tegastes georgei | Humes & Ho, 1968 | |
| olho vermelho | |||
| 1.4mm; opaco, intestino castanho-avermelhado, | |||
| Stylophora pistillata | Xarifia decorata | Humes, 1985 | |
| olho vermelho | |||
| Stylophora pistillata | Xarifia dissona | Humes, 1981 | |
| 1.5mm; opaco, intestino castanho-avermelhado, | |||
| Stylophora pistillata | Xarifia lissa | Humes & Ho, 1968 | |
| olho vermelho | |||
| 1.45mm; cinza, intestino castanho-escuro, | |||
| Stylophora pistillata | Xarifia obesa | Humes, 1985 | |
| olho vermelho | |||
| Stylophora pistillata | Xarifia sectilis | 1.4mm | Humes, 1985 |
| Stylophora pistillata var. palmata | Xarifia obesa | ~1.5mm; cinza a bege com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Stylophora sp. | Xarifia decorata | 1.7mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Stylophora sp. | Xarifia lissa | ~1.5mm; cinza a bege com | olho vermelho |
| Humes, 1985 | |||
| 1.5mm; opaco, intestino castanho-avermelhado, | |||
| Stylophora sp. | Xarifia species | Humes & Ho, 1968 | |
| olho vermelho | |||
| Stylophora subseriata | Xarifia serrata | 1.4mm | Humes, 1985 |
| Tubastrea aurea | Xarifia insolita | Humes, 1985 | |
| Tubastrea aurea | Xarifia insolita | 1.3mm | Humes, 1985 |
| Tubastrea sp. | Xarifia species | Humes, 1985 | |
| Turbinaria danae | Xarifia lacerans | Cheng et al., 2007 | |
| Turbinaria danae | Xarifia unicata | Humes, 1985 | |
| Turbinaria sp. (T. elegans?) | Xarifia hamata | ~1mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
| Wedanus inconstans | Goniopora minor | 1.6mm; cinza, com olho vermelho | Humes, 1985 |
Listagem por parasita
| Parasita | Coral hospedeiro |
|---|---|
| Xarifia plectrata | Acrhelia horrescens |
| Anchimolgus abbreviatus | Acrhelia horrescens |
| Anchimolgus tenuipes | Acrhelia horrescens |
| Xarifia anomala | Acropora abrotanoides |
| Xarifia breviramea | Acropora abrotanoides |
| Xarifia sabiuraensis | Acropora abrotanoides |
| Xarifia trituberata | Acropora abrotanoides |
| Xarifia anomala | Acropora convexa |
| Xarifia sabiuraensis | Acropora convexa |
| Scyphuliger longicaudus | Acropora convexa |
| Xarifia anomala | Acropora ‘corymbosa’ group |
| Xarifia breviramea | Acropora ‘corymbosa’ group |
| Xarifia gerlachi | Acropora ‘corymbosa’ group |
| Xarifia infrequens | Acropora ‘corymbosa’ group |
| Xarifia linearis | Acropora ‘corymbosa’ |
| Xarifia trituberata | Acropora ‘corymbosa’ group |
| Xarifia tumorisa | Acropora ‘corymbosa’ group |
| Xarifia ablusa | Acropora ‘corymbosa’ group |
| Scyphuliger pilosus | Acropora corymbosa |
| Scyphuliger pennatus | Acropora corymbosa |
| Scyphuliger tenuatis | Acropora cymbicyanthus |
| Xarifia gerlachi | Acropora cytheria |
| Xarifia infrequens | Acropora cytheria |
| Xarifia tenuis | Acropora cytheria |
| Xarifia ablusa | Acropora digitifera (?) |
| Xarifia anomala | Acropora digitifera (?) |
| Xarifia breviramea | Acropora digitifera (?) |
| Xarifia gerlachi | Acropora digitifera (?) |
| Xarifia infrequens | Acropora digitifera (?) |
| Xarifia linearis | Acropora digitifera (?) |
| Xarifia trituberata | Acropora digitifera (?) |
| Xarifia tumorisa | Acropora digitifera (?) |
| Xarifia ablusa | Acropora elseyi |
| Xarifia fastigata | Acropora elseyi |
| Xarifia tumorisa | Acropora elseyi |
| Alteuthellopsis corallina | Acropora exigua |
| Xarifia breviramea | Acropora exigua |
| Ecphysarion lobophorum | Acropora exigua |
| Scyphuliger latus | Acropora exilis |
| Scyphuliger aristoides | Acropora exilis |
| Scyphuliger paucisurculus | Acropora exilis |
| Ecphysarion lobophorum | Acropora florida |
| Tegastes acroporanus | Acropora florida |
| Xarifia anomala | Acropora florida |
| Xarifia breviramea | Acropora florida |
| Xarifia gerlachi | Acropora florida |
| Xarifia pectinea | Acropora florida |
| Xarifia sabiuraensis | Acropora florida |
| Xarifia trituberata | Acropora florida |
| Xarifia tumorisa | Acropora florida |
| Xarifia basilica | Acropora formosa |
| Xarifia bullifera | Acropora formosa |
| Xarifia infrequens | Acropora formosa |
| Xarifia tumorisa | Acropora formosa |
| Xarifia species | Acropora gemmifera |
| Xarifia anomala | Acropora gravida |
| Xarifia breviramea | Acropora gravida |
| Xarifia gerlachi | Acropora gravida |
| Xarifia pectinea | Acropora gravida |
| Xarifia sabiuraensis | Acropora gravida |
| Xarifia trituberata | Acropora gravida |
| Xarifia tumorisa | Acropora gravida |
| Xarifia indica | Acropora hebes |
| Xarifia laccadivensis | Acropora hebes |
| Xarifia robusta | Acropora hebes |
| Xarifia ablusa | Acropora humilis |
| Xarifia anomala | Acropora humilis |
| Xarifia breviramea | Acropora humilis |
| Xarifia gerlachi | Acropora humilis |
| Xarifia infrequens | Acropora humilis |
| Xarifia linearis | Acropora humilis |
| Xarifia longicauda | Acropora humilis |
| Xarifia pectinea | Acropora humilis |
| Xarifia trituberata | Acropora humilis |
| Xarifia tumorisa | Acropora humilis |
| Xarifia anomala | Acropora hyacinthus |
| Xarifia basilica | Acropora hyacinthus |
| Xarifia breviramea | Acropora hyacinthus |
| Xarifia gerlachi | Acropora hyacinthus |
| Xarifia infrequens | Acropora hyacinthus |
| Xarifia pectinea | Acropora hyacinthus |
| Xarifia sabiuraensis | Acropora hyacinthus |
| Xarifia trituberata | Acropora hyacinthus |
| Xarifia tumorisa | Acropora hyacinthus |
| Scyphuliger concavipes | Acropora hyacinthus |
| Scyphuliger manifestus | Acropora hyacinthus |
| Scyphuliger eumorphus | Acropora hyacinthus |
| Xarifia anomala | Acropora intermeda |
| Xarifia breviramea | Acropora intermeda |
| Xarifia pectinea | Acropora intermedia |
| Xarifia sabiuraensis | Acropora intermedia |
| Xarifia trituberata | Acropora intermedia |
| Xarifia tumorisa | Acropora intermedia |
| Scyphuliger karangmiensis | Acropora intermedia |
| Xarifia breviramea | Acropora millepora |
| Xarifia anomala | Acropora palifera |
| Xarifia exuta | Acropora palifera |
| Xarifia guttulifera | Acropora palifera |
| Xarifia mucronata | Acropora palifera |
| Schedomolgus exciliculus | Acropora palifera |
| Ecphysarion spinulatum | Acropora palifera |
| Unicispina latigentalis | Acropora palifera |
| Corallavexia similis | Acropora palmata |
| Corallovexia sp. | Acropora palmata |
| Lipochrus acroporinus | Acropora patula |
| Xarifia pectinea | Acropora patula |
| Xarifia sabiuraensis | Acropora patula |
| Xarifia trituberata | Acropora patula |
| Xarifia tumorisa | Acropora patula |
| Schedomolgus idanus | Acropora patula |
| Xarifia sp. | Acropora pectinata |
| Xarifia sp. | Acropora pectinata |
| Lipochrus species | Acropora rambleri |
| Xarifia ablusa | Acropora rambleri |
| Xarifia breviramea | Acropora rambleri |
| Xarifia pectinea | Acropora rambleri |
| Xarifia sabiuraensis | Acropora rambleri |
| Xarifia trituberata | Acropora rambleri |
| Lipochrus acroporinus | Acropora rosaria |
| Xarifia ablusa | Acropora rosaria |
| Xarifia fastigata | Acropora rosaria |
| Xarifia rosariae | Acropora rosaria |
| Ecphysarion ampullulum | Acropora rosaria |
| Lipochrus acroporinus | Acropora rosaria |
| Xarifia pectinea | Acropora sarmentosa |
| Xarifia tumorisa | Acropora sarmentosa |
| Xarifia anomala | Acropora sp. |
| Xarifia gerlachi | Acropora sp. |
| Xarifia gerlachi | Acropora sp. cf. A. teres |
| Xarifia tumorisa | Acropora squarrosa (millepora) |
| Scyphuliger placidus | Acropora squarrosa (millepora) |
| Scyphuliger humesi | Acropora squarrosa (millepora) |
| Scyphuliger vicinus | Acropora squarrosa (millepora) |
| Xarifia species | Acropora syringodes |
| Xarifia breviramea | Acropora valida |
| Anchimolgus multidentatus | Alveopora catalai |
| Xarifia mediolobata | Alveopora mortensi |
| Xarifia radians | Alveopora mortensi |
| Odontomolgus mundulus | Alveopora mortensi |
| Xarifia brevicauda | Alveopora sp. |
| Alteuthellopsis corallina | Astreopora sp. |
| Acontiophorus scutatis | Astreocheres astroidicola |
| Stockmyzon murinipes | Astroides calycularis |
| Stockmyzon mucronipes | Astroides calycularis |
| Corallavexia kristenseni | Colpophyllia natans |
| Corallavexia mixtibrachium | Colpophyllia natans |
| Corallovexia mediobrachium | Colpophyllia natans |
| Xarifia villosa | Cyphastrea chalcidium |
| Tegastes gemmus | Cyphastrea ocellina |
| Corallovexia sp. | Dendrogyra sp. |
| Corallovexia sp. | Dichocoenia sp. |
| Corallovexia mediobrachium | Diploria clivosa |
| Diallagomolgus sp. | Cyphastrea sp. |
| Corallavexia brevibrachium | Diploria labyrinthformis |
| Corallavexia mediobrachium | Diploria strigosa |
| Xarifia dispar | Echinopora gemmacea |
| Xarifia echinoporae | Echinopora horrida |
| Anchimolgus exsertus | Echinopora horrida |
| Xarifia dispar | Echinopora lamellosa |
| Xarifia echinoporae | Echinopora lamellosa |
| Anchimolgus tridentatus | Echinopora lamellosa |
| Xarifia dispar | Echinopora sp. |
| Stockmyzon mucronipes | Eunicella singularis |
| Xarifia gracilipes | Euphyllia glabrescens |
| Corallonoxia baki | Eusmilia fastigata |
| Amarda sp. | Favia |
| Cerioxynus alatus | Favia favus |
| Orstomella faviae | Favia sp. |
| Rakotoa proteus | Favia sp. |
| Anchimolgus sp. | Favia sp. |
| Andrianellus exsertidens | Favia sp. |
| Stockia sp. | Favia sp. |
| Xarifia torigera | Favites flexuosa |
| Cerioxynus faviticolus | Favites halicora |
| Cerioxynus moluccensis | Favites pentagona |
| Rakotoa ceramensis | Favites pentagona |
| Cerioxynus bandensis | Favites virens |
| Anchimolgus maximus | Fungia concinna |
| Xarifia species | Fungia echinata |
| Anchimolgus latens | Fungia echinata |
| Anchimolgus pandus | Fungia echinata |
| Schedomolgus tener | Fungia echinata |
| Schedomolgus dumbensis | Fungia fungites |
| Odontomolgus scitulus | Fungia fungites |
| Anchimolgus orectus | Fungia paumotensis |
| Anchimolgus punctilis | Fungia paumotensis |
| Zazaranus fungicolus | Fungia species |
| Odontomolgus flammeus | Fungia species |
| Anchimolgus hastatus | Fungia species |
| Xarifia species | Galaxea astreata |
| Xarifia exserens | Galaxea fascicularis |
| Anchimolgus compressus | Galaxea fascicularis |
| Anchimolgus contractus | Galaxea fascicularis |
| Anchimolgus moluccanus | Galaxea fascicularis |
| Anchimolgus nastuas | Galaxea fascicularis |
| Anchimolgus angustus | Gardineroseris planulata |
| Xarifia clavellata | Gardineroseris planulata |
| Xarifia filata | Gardineroseris planulata |
| Xarifia rasilis | Gardineroseris planulata |
| Odontomolgus mucosus | Gardineroseris planulata |
| Odontomolgus pumulis | Gardineroseris planulata |
| Odontomolgus unioviger | Gardineroseris planulata |
| Anchimolgus eparmatoides | Gardineroseris planulata |
| Anchimolgus gibberulus | Gardineroseris planulata |
| Anchimolgus stellus | Gardineroseris planulata |
| Alteuthellopsis corallina | Goniastrea retiformis |
| Amarda curvus | Goniastrea retiformis |
| Amarda goniastraea | Goniastrea retiformis |
| Odontomolgus parvus | Goniastrea retiformis |
| Wedanus formosanus | Goniopora minor |
| Xarifia hadra | Goniopora pedunculata |
| Xarifia scutipes | Goniopora pedunculata |
| Xarifia resex | Goniopora species |
| Anchimolgus conformatus | Goniopora species |
| Anchimolgus mimeticus | Goniopora species |
| Odontomolgus campulus | Goniopora species |
| Anchimolgus brevarius | Goniopora stokesi |
| Anchimolgus gigas | Goniopora stokesi |
| Xarifia hadra | Goniopora tenuidens |
| Xarifia resex | Goniopora tenuidens |
| Xarifia scutipes | Goniopora tenuidens |
| Wedanus inconstans | Goniopora tenuidens |
| Xarifia apertipes | Gyrosmilia interrupta |
| Odontomolgus fultus | Halomitra pileus |
| Odontomolgus decens | Heliofungia actiniformis |
| Xarifia comptula | Hydnophora exesa |
| Xarifia curtata | Hydnophora exesa |
| Panjakus hydnophorae | Hydnophora exesa |
| Panjakus iratus | Hydnophora microconus |
| Panjakus saccipes | Hydnophora microconus |
| Anchimolgus paragensis | Hydnophora microconus |
| Panjakus eumeces | Hydnophora rigida |
| Humesiella corallicola | Hydnophora sp. |
| Panjakus sp. | Hydnophora sp. |
| Panjakus hydnophorae | Hydnophora sp. |
| Panjakus hydnophorae | Hydnophora tenella |
| Xarifia species | Leptoria phrygia |
| Panjakus directus | Leptoria tenuis |
| Panjakus necopinus | Leptoria tenuis |
| Orstomella lobophylliae | Lobophyllia corymbosa |
| Orstomella lobophylliae | Lobophyllia costata |
| Corallavexia longibrachium | Manicina areolata |
| Corallovexia sp. | Meandrina meandrites |
| Corallonoxia baki | Meandrina meandrites |
| Alteuthellopsis corallina | Merulina ampliata |
| Amardopsis merulinae | Merulina ampliata |
| Xarifia species | Merulina ampliata |
| Odontomolgus bulbalis | Merulina ampliata |
| Corallavexia ventrospina | Montastrea brasiliana |
| Corallavexia dorsospinosa minor | Montastrea cavernosa |
| Corallavexia dorsospinosa | Montastrea cavernosa |
| Corallovexia sp. | Montastrea cavernosa |
| Cerioxynus montastreae | Montastrea curta |
| Haplomolgus incolumis | Montipora caliculata |
| Xarifia anopla | Montipora composita |
| Xarifia heteromeles | Montipora composita |
| Odontomolgus forhani | Montipora compressa |
| Xarifia species | Montipora foliosa |
| Xarifia pectinea (only 1 found) | Montipora ramosa |
| Xarifia temnura | Montipora ramosa |
| Xarifia temnura | Montipora sinensis |
| Xarifia anopla | Montipora sp. |
| Xarifia extensa | Montipora sp. |
| Xarifia species | Montipora sp. |
| Xarifia species | Montipora stellata |
| Xarifia anopla | Montipora undata |
| Xarifia heteromeles | Montipora undata |
| Xarifia syntoma | Montipora undata |
| Haplomolgus subdeficiens | Montipora undata |
| Xarifia temnura | Montipora undata |
| Alteuthellopsis corallina | Montipora verilli |
| Tegastes gemmeus | Montipora verrucosa |
| Xarifia apertipes | Montipora verrucosa |
| Harpacticoida | Mussusmillia hispida |
| Corallovexia sp. | Mycetophyllia lamarckiana |
| Corallovexia sp. #2 | Mycetophyllia lamarckiana |
| Cerioxynus oulophillia | Oulophyllia crispa |
| Xarifia species | Oxypora sp. |
| Xarifia acicularis | Pachyseris rugosa |
| Xarifia exigua | Pachyseris speciosa |
| Xarifia laminellispinosa | Pachyseris speciosa |
| Xarifia species | Parahalometra robusta |
| Anchimolgus convexus | Parahalometra robusta |
| Odontomolgus actinophorus | Pavona angularis |
| Xarifia longipes | Pavona angulata |
| Odontomolgus actinophorus | Pavona angulata |
| Xarifia finitima | Pavona cactus |
| Odontomolgus actinophorus | Pavona cactus |
| Odontomolgus actinophorus | Pavona danai |
| Odontomolgus pavonus | Pavona danai |
| Anchimolgus gracilipes | Pavona danai |
| Xarifia diminuta | Pavona sp. |
| Xarifia finitima | Pavona varians |
| Odontomolgus actinophorus | Pavona venusta |
| Odontomolgus rhadinus | Pavona sp. |
| Mandobius regalis | Pectinia lactuca |
| Xarifia gradata | Physogyra lichensteini |
| Xarifia minax | Physogyra lichensteini |
| Panjakus platygyrae | Platygyra astreiformis |
| Panjakus platygyrae | Platygyra lamellina |
| Panjakus daedala | Platygyra daedala |
| Alteuthellopsis corallina | Platygyra daedala |
| Panjakus fastigatus | Platygyra ryukyuensis |
| Panjakus parvipes | Platygyra ryukyuensis |
| Andrianellus papillipes | Platygyra ryukyuensis |
| Xarifia species | Platygyra sinensis |
| Alteuthellopsis corallina | Platygyra sp. |
| Xarifia dispar | Platygyra sp. |
| Panjakus sp. | Platygyra sp. |
| Andrianellus exsertidens | Platygyra daedala |
| Gelastomolgus | Plerogyra sp. |
| Alteuthellopsis corallina | Pocillopora damicornis |
| Xarifia fimbriata | Pocillopora damicornis |
| Xarifia fissilis | Pocillopora damicornis |
| Xarifia jugalis | Pocillopora damicornis |
| Xarifia obesa | Pocillopora damicornis |
| Xarifia quinaria | Pocillopora damicornis |
| Xarifia sectilis | Pocillopora damicornis |
| Xarifia serrata | Pocillopora damicornis |
| Anchimolgus partenuides | Pocillopora damicornis |
| Xarifia fimbriata | Pocillopora damicornis var. caespitosa |
| Xarifia imparilis | Pocillopora damicornis var. caespitosa |
| Xarifia jugalis | Pocillopora damicornis var. caespitosa |
| Xarifia quinaria | Pocillopora damicornis var. caespitosa |
| Xarifia obesa | Pocillopora danae |
| Xarifia comata | Pocillopora eydouxi |
| Xarifia fimbriata | Pocillopora eydouxi |
| Xarifia imparilis | Pocillopora eydouxi |
| Xarifia jugalis | Pocillopora eydouxi |
| Xarifia maldivensis | Pocillopora eydouxi |
| Xarifia obesa | Pocillopora eydouxi |
| Xarifia sectilis | Pocillopora eydouxi |
| Xarifia tenta | Pocillopora ligulata |
| Tegastes georgei | Pocillopora sp. |
| Xarifia fimbriata | Pocillopora sp. |
| Xarifia maldivensis | Pocillopora sp. |
| Xarifia obesa | Pocillopora sp. |
| Xarifia serrata | Pocillopora sp. |
| Xarifia comata | Pocillopora sp. cf. verrucosa |
| Xarifia obesa | Pocillopora sp. cf. verrucosa |
| Xarifia serrata | Pocillopora sp. cf. verrucosa |
| Tegastes paulipes | Pocillopora verrucosa |
| Xarifia comata | Pocillopora verrucosa |
| Xarifia gibberula | Pocillopora verrucosa |
| Xarifia imparilis | Pocillopora verrucosa |
| Xarifia obesa | Pocillopora verrucosa |
| Xarifia serrata | Pocillopora verrucosa |
| Xarifia tenta | Pocillopora verrucosa |
| Panjakus bidentis | Pocillopora verrucosa |
| Monomolgus unihastatus | Porites (andrewsi?) |
| Monomolgus unihastatus | Porites (nigrescens?) |
| Xarifia longa | Porites latistella |
| Euryte verecunda | Porites lobata |
| Hemicyclops regalis | Porites lobata |
| Monomolgus torulus | Porites lobata |
| Kombia incrassata | Porites lobata |
| Orstomella yaliuensis | Porites lutea |
| Xarifia species | Porites lutea |
| Kombia curvata | Porites lutea |
| Kombia imminens | Porites monticulosa |
| Kombia angulata | Porites somaliensis |
| Kombia avitus | Porites sp. |
| Monomolgus baculigeres | Porites nigrescens |
| Monomolgus psammocorae | Psammocora sp. |
| Kombia angulata | Psammocora sp. |
| Xarifia diminuta | Psammocora contigua |
| Xarifia imitans | Psammocora contigua |
| Odontomolgus actinophorus | Psammocora contigua |
| Numboa porosa | Psammocora contigua |
| Odontomolgus rhadinus | Psammocora contigua |
| Xarifia formosa | Psammocora digitata |
| Xarifia imitans | Psammocora digitata |
| Dumbeana undulatipes | Psammocora logianensis |
| Emunoa proknta | Psammocora logianensis |
| Lipochaetes extrusis | Psammocora logianensis |
| Odontomolgus exilipes | Psammocora samoensis |
| Odontomolgus geminus | Psammocora samoensis |
| Xarifia diminuta | Psammocora sp. |
| Xarifia diminuta | Psammocora sp. cf. contigua |
| Numboa porosa | Psammocora togianensis |
| Xarifia simplex | Scapophyllia cylindrica |
| Xarifia reducta | Seriatopora caliendrum |
| Xarifia eminula | Seriatopora hystrix |
| Xarifia levis | Seriatopora hystrix |
| Xarifia obesa | Seriatopora hystrix |
| Xarifia reducta | Seriatopora hystrix |
| Xarifia umbonata | Seriatopora hystrix |
| Xarifia varialabrata | Seriatopora hystrix |
| Anchiomolgus tenuipes | Seriatopora hystrix |
| Anchimolgus noumensis | Seriatopora hystrix |
| Xarifia reducta | Seriatopora octoptera |
| Xarifia reducta | Seriatopora sp. |
| Parategastes conexus | Stereonephthya ulicoides |
| Xarifia decorata | Stylophora mordax |
| Xarifia lissa | Stylophora mordax |
| Tegastes georgei | Stylophora pistillata |
| Xarifia decorata | Stylophora pistillata |
| Xarifia dissona | Stylophora pistillata |
| Xarifia lissa | Stylophora pistillata |
| Xarifia obesa | Stylophora pistillata |
| Xarifia sectilis | Stylophora pistillata |
| Xarifia obesa | Stylophora pistillata var. palmata |
| Xarifia decorata | Stylophora sp. |
| Xarifia lissa | Stylophora sp. |
| Xarifia species | Stylophora sp. |
| Xarifia serrata | Stylophora subseriata |
| Xarifia insolita | Tubastrea aurea |
| Xarifia insolita | Tubastrea aurea |
| Xarifia species | Tubastrea sp. |
| Xarifia lacerans | Turbinaria danae |
| Xarifia unicata | Turbinaria danae |
| Xarifia hamata | Turbinaria sp. (T. elegans?) |
| Wedanus inconstans | Goniopora minor |
Referências
As referências bibliográficas são mantidas no idioma e na forma de publicação do original para preservar os títulos, os dados editoriais e os identificadores bibliográficos.
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Nota: Este conteúdo foi originalmente publicado pela revista Reefs.com, no texto: “Aquarium Corals: Stony Coral Parasites: Red and Black Bugs: Identification Guide, Preventive Measures, and a Review of Treatment Protocols”, escrito por: “Dana Riddle”. Link: "https://reefs.com/magazine/aquarium-corals-stony-coral-parasites-red-and-black-bugs-identification-guide-preventive-measures-and-a-review-of-treatment-protocols/". A tradução desse conteúdo não é literal. O tradutor tomou a liberdade de contextualizar algumas frases para a realidade brasileira, bem como adicionou/ suprimiu alguns trechos consideradas irrelevantes para a compreensão do assunto de maneira geral. O objetivo sempre é dar acesso ao conteúdo da maneira mais simples e prática possível, no entanto, sem perder a essência do conhecimento passado. Embora o texto seja revisado antes da postagem repetidas vezes, o mesmo sempre estará passível de erros. Dessa forma, humildemente peço que me informem nos comentários qualquer alteração a ser feita, para que eu possa corrigi-la o mais breve possível.
Att, Rodrigo